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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Origem do Povo Gitano:Cigana Ilarin


Cigana Ilarin
Morena, cabelos e olhos negros nasceu no Punjabi, na Índia
Seu grupo partiu para a Turquia e ali Ilarin desencarnou,
Teve os pulmões afetados e veio a falecer com 15 anos.
Por isso, ela é turca: o lugar em que os ciganos
Fazem a passagem é a sua pátria espiritual.
Seu corpo foi queimado e assoprado na planície,
Mas seu espírito continuou com seu grupo.
Mais tarde, o grupo emigrou para a Espanha,
Portugal e, enfim, chegou ao brasil.
Foi, então, que ela entrou na áurea de mulher não-cigana.
Ilarin ajudou muito seu grupo em fugas.
Por isso, ela tem a magia de ajudar os necessitados.
Adora roupas indianas e turcas, gosta de comidas
Picantes, muitas frutas, assados com frutas
Em caldas, hortelã picada numa taça
Com vinho branco, perfumes e flores do campo.
Usa um anel com um diamante e costuma dizer:
Esta é a purificação da cabeça, do corpo e da alma.
Essa cigana tem magia e encanto e, no fundo, é feiticeira.


§ Cigana Ilarin
Ingredientes:
1 porção de arroz doce feito com casca de laranja
5 rosas amarelas
5 moedas atuais
5 velas amarelas
1 vidro de água de flor de laranjeira
1 prato de papelão dourado
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Cheia. Coloque o arroz doce no prato e deixe esfriar. Retire os cabos das rosas; arrume-as sobre o arroz, bem no meio do prato. Coloque em volta as moedas. Jogue por cima de tudo a água de flor de laranjeira; depois passe simbolicamente no corpo, pedindo à cigana Ilarin que abra seus caminhos.
Coloque a oferenda na beira de um rio de águas limpas e acenda as velas juntas na frente do prato.


sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Caboclos-Seres encantados da Jurema

Os caboclos, são muito conhecidos na umbanda, pelos seus passes aliviadores e relaxantes, pela sua inteligência quanto a doenças, e por muitas outras coisas.
Todo caboclo tem uma vibração originária de orixá masculino e toda cabocla tem uma vibração originária de Orixá feminino, mas como falange, eles(as) podem penetrar em todas as vibrações de Orixás e do Oriente.
Para explicar melhor, citaremos o exemplo da Cabocla Jurema: toda cabocla Jurema tem vibração originária de Iansã, mas poderemos encontrar a mesma entidade trabalhando em outras vibrações como Jurema da Praia, na vibração de Iemanjá; Jurema da Cachoeira, na vibração de Oxum; Jurema da Mata, na vibração de Oxoce, e assim sucessivamente. É a mesma entidade, com vibração originária de Iansã, penetrando em outras vibrações de Orixás.
Segue-se a relação dos caboclos e caboclas mais conhecidos na Umbanda, com sua respectiva vibração originária.

CABOCLOS DE OGUM

Águia Branca, Águia Dourada, Águia Solitária, Araribóia, Beira-Mar, Caboclo da Mata, Caiçaras, Guaracy, Icaraí, Ipojucan, Itapoã, Jaguarê, Rompe Aço, Rompe Ferro, Rompe Mato, Rompe Nuvem, Sete Matas, Sete Ondas, Tabajara, Tamoio, Tupuruplata, Ubirajara, etc.

CABOCLOS DE XANGÔ

Araúna, Caboclo do Sol, Cajá, Caramuru, Cobra Coral, Girassol, Goitacaz, Guará, Guaraná, Janguar, Juparã, Mirim, Sete Cachoeiras, Sete Caminhos, Sete Estrelas, Sete Luas, Sete Montanhas, Tupi, Treme Terra, Sultão das Matas, Cachoeirinha, Urubatão, Urubatão da Guia, Ubiratan, etc.

CABOCLOS DE OMULÚ

Arranca Toco, Acuré, Aimbiré, Bugre, Guiné, Giramundo, Yucatan, Jupurí, Uiratan, Alho d'Água, Pedra Branca, Pedra Preta, Laçador, Caboclo Roxo, Grajaúna, Bacuí, Piraí, Surí, Serra Verde, Serra Negra, Tira Teima, Folha Seca, Sete Águias, Tibiriçá, Viramundo, Ventania, etc.

CABOCLOS DE OXOSSI

Arruda, Aimoré, Arapuí, Boiadeiro, Caboclo da Lua, Caçador, Flecheiro, Folha Verde, Guarani, Japiassú, Javarí, Paraguassu, Mata Virgem, Pena Azul, Pena Branca, Pena Verde, Pena Dourada, Rei da Mata, Rompe Folha, Sete Flechas, Serra Azul, Tupinambá, Tupaíba, Tupiara, Ubá, Sete Encruzilhadas, Junco Verde, Tapuia, etc.

CABOCLAS DE OXUM

Iracema, Yara, Imaiá, Jaceguaia, Juruema, Juruena, Araguaia, Estrela da Manhã, Tunuê, Mirini, etc

CABOCLAS DE IEMANJÁ

Diloé, Cabocla da Praia, Estrela d'Alva, Guaraciaba, Janaína, Jandira, Jaci, Sete Ondas, Sol Nascente, etc.

CABOCLAS DE IANSÃ

Bartira, Jussara, Jurema, Japotira, Maíra, Ivotice, Valquíria, Raio de Luz, Palina, Poti, Talina, Potira, etc.

CABOCLAS DE NANÃ

Assucena, Inaíra, Juçanã, Janira, Juraci, Luana, Muiraquitan, Sumarajé, Xista, Paraguassú, etc.

A FALANGE DOS CABOCLOS DETALHADA

Habitat: matas e ambientes da vibração originária
Libação
: água de côco, mate, mel com água, caldo de cana, vinho tipo moscatel
Ervas: cipó cabeludo, cipó caboclo, eucalipto, guiné caboclo, guiné pipi, samambaia
Flores: girassol, flor de ipê, palmas de diversas cores, conforme a vibração originária
Essências:
Para os caboclos: eucalipto, girassol.
Para as caboclas: eucalipto, pinho, tintura de tolu
Fitas
: verde, vermelha e branca
Pedras: quartzo verde
Metal: da vibração originária
Dia da semana: Quinta-feira ou o dia da vibração originária
Dia da Lua: não tem dia específico
Saúde: não tem área de saúde específica
Ímãs para trabalho: de acordo com a orientação da entidade
Objetivo: vigor, pujança, energia
Cozinha ritualística: milho e amendoim cozidos e passados no mel, servido com folhas pequenas de saião, que servem como "colher" e que também devem ser ingeridas.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Iansã-Orixá das Ventanias-Senhora das Tardes-Lendas,mitos e Pontos Cantados


Iansã, Iansã (do ioruba Iyà Yánsàn, "mãe de nove"), ou Oiá (de Ọyà, nome iorubá do rio Níger), Oyá em castelhano, é a orixá dos ventos, das tempestades e do rio Níger, cujas inundações controla. Foi esposa de Ogum e Xangô e tem um temperamento ardente e impetuoso. As danças de Iansã são guerreiras e, se Ogum está presente, ela se engaja em duelo com ele, em lembrança de suas antigas divergências. Seus fiéis a saúdam gritando Epa Heyi Oya! Seus ritmo é chamados agó, ilu, ou aguerê de Iansã e de tão rápido, repicado e dobrado, também é conhecido como "quebra-prato". É o mais rápido ritmo do candomblé, correspondendo à personalidade agitada, contagiante e sensual desta deusa guerreira, senhora dos ventos e que tem poder de afastar os espíritos dos mortos (eguns). Ela evoca, por meio de movimentos sinuosos e rápidos, tempestades e ventos furiosos. No candomblé, as pessoas dedicadas a Iansã usam colares de contas de cor vermelha ou coral. A quarta-feira lhe é consagrada, assim como a Xangô. Seus símbolos são os chifres de búfalo, um alfanje e o iruexim ou iruquerê (espanta-moscas de rabo de búfalo), com o qual comanda os eguns (espíritos dos mortos). Recebe sacrifícios de cabras e oferendas de acarajés, ekuru e abará. Ela detesta abóbora e a carne de carneiro lhe é proibida, assim como a arraia. Na Bahia, é homenageada no dia 4 de dezembro na Festa de Santa Bárbara (padroeira do Corpo de Bombeiros e dos mercados), evento composto de missa, procissão feita por católicos e praticantes do Candomblé, além das festas nos terreiros, o caruru de Iansã, samba de roda e apresentação de grupos de capoeira e maculelê.
Na santería cubana, Oiá é sincretizada com imagens de Nossa Senhora da Candelária, Nossa Senhora da Anunciação e Santa Teresa.
O arquétipo de Iansã é o das mulheres audaciosas, poderosas e autoritárias. Mulheres que podem ser fiéis e de lealdade absoluta em certas circunstâncias, mas que, em outros momentos, quando contrariadas em seus projetos e empreendimentos, deixam-se levar a manifestações da mais extrema cólera. Mulheres, enfim, cujo temperamento voluptuoso e sensual pode levá-las a aventuras extraconjugais múltiplas e freqüentes, o que não as impede de continuarem muito ciumentas de seus maridos, por ela enganados.

Os nove filhos de Iansã

O nome Iansã, como dito acima, significa "mãe de nove" (com Ogum, Oxóssi ou Xangô, dependendo da versão) e uma versão do mito conta que oito nasceram mudos e o último, Egun, graças aos sacrificios recomendados por Ifá, nasceu com o poder de falar com voz estranha e sobrenatural. Algumas tradições especificam os nomes dos nove filhos que, segundo uma delas, seriam:
Imalegã - nasceu no primeiro dia. Foi tirado do ventre de Oiá pelas Iyami e envolvido em abanos;
Iorugã - foi envolvido em palha seca e alimentado com talos de bananeira. Nasceu com a vaidade de Oiá e é o preferido.
Akugã - nasceu do terceiro dia da tempestade e foi criado nas touceiras de bambu. É rebelde. Não se deve tocar o chão do bambuzal.
Urugã - alimenta-se das folhas das bananeiras e esconde-se nas florestas. Faz buracos.
Omorugã - alimenta-se do pó do bambu que está caído no chão. Vive no milharal e fica escondido nos bambuzais observando os seres humanos.
Demó - Oiá cobriu-o de lama para saber os segredos de seus inimigos. Usa pele de búfalo para acompanhar Oxóssi.
Reigá - Acompanha os mortos e ronda os cemitérios. Esconde-se nas grandes árvores dos cemitérios e ronda as sepulturas à procura de objetos perdidos ou esquecidos pelas pessoas.
Heigá - É violento e vive perseguindo o Ori do ser humano. Propicia desastres e desordens;
Egungun - Oiá preparou-o para combater. Apossa-se do ser humano, fazendo-o cometer desatinos.
Pontos Cantados de Iansã

Iansã, Orixá de Umbanda

Rainha de nosso Congá

Saravá Iansã lá na Aruanda

Eparrei, eparrei

Iansã venceu demanda

Iansã, saravá Pai Xangô

No céu trovão roncou

E lá na mata o leão bradou

Saravá Iansã, saravá Xangô


Iansã chegou no reino

Chegou com a chuva e com vento

Ela é dona de Jacutá, veio saravar

Os seus filhos no Congá


Oh, Iansã menina, é do cabelo louro.

Sua espada é de prata, sua coroa é de ouro.

Eram duas ventarolas |

Duas ventarolas ventando o mar >

Uma era Iansã, ô Eparrei |

A outra era Yemanjá, oh dociá


Iansã tem um leque que venta |

Pra abanar dias de calor >

Iansã mora na pedreira |

Eu quero ver meu pai Xangô






A sua espada é de ouro

A sua saia bem rodada

Ela vem na ventania

Santa Bárbara abençoada


Ela é moça bonita

Ela é dona do seu Jacutá

Auê, auê, auê

Oh mamãe de Aruanda

Segura esses filhos que eu quero v

♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥


Iansã cadê Ogum? Foi pro mar >

Iansã penteia os seus cabelos macios

Quando a luz da lua cheia

Clareia as águas do rio

Ogum sonhava com a filha de Nanã

E pensava que as estrelas

Eram os olhos de Iansã

Mas Iansã, cadê Ogum? Foi pro mar

Na terra dos Orixás, o amor se dividia

Entre um Deus que era de paz

E outro que combatia

Como a luta só termina

Quando existe um vencedor

Iansã virou rainha

Da coroa de Xangô

Mas Iansã, cadê Ogum? Foi pro mar

Ventou nas matas ventou nas pedreiras |

Que vento forte nas cachoeiras >

Não é Oxóssi, nem é Xangô

É Iansã com seu patakotô

Deusa dos ventos e do trovão

Oh minha mãe, quero sua proteção.

Saravá Iansã dos cabelos louros |

No seu mar tem água, |

Na sua pedra tem ouro >

Seu ariri, seu arirá

Saravá Iansã, a Rainha do Mar


Na beira do cariri

Ela é a senhora dos ventos

Ela é a mais linda Orixá

Ela veio acalmar a tormenta

Quem mandou foi meu pai Oxalá

Iansã, minha mãe Iansã

Sua espada de ouro no céu brilhou

Iansã, minha mãe Iansã

Obrigada senhora

Porque a bonança chegou


Ela é Matemba, ela é Oiá |

Ela é Iansã neste Jacutá >

Ela é Matemba do cabelo louro

Senhora dos ventos, da espada de ouro

Mas que caboclo é aquele

Ele vem de Aruanda

Ele vem trabalhar

Eparrei, Eparrei Iansã

Saravá a rainha do ar

Eparrei, Eparrei Iansã

Saravá a Mamãe Yemanjá

Moça rica, com sua estrela luminosa

Sua coroa, seu ramo de rosa

Umbanda ê! Umbanda á!

E minha Santa Bárbara rainha do Jacutá

Oh Iansã, é dona do Jacutá

Guena guena agogô, guena guena orirá

Eu vi Santa Bárbara no céu

A trovoada roncou lá no mar

Ai como gira meu Congo oiô >

Gira com fé

Yemanjá é a rainha do mar

E minha Santa Bárbara é rainha do Jacutá

É rainha do Jacutá

Guena guena agogô

Vai na Angola girar

Minha sambarerê é quirombo

Santa Bárbara no Jacutá





Eparrei na Aruanda auê

Arerê na Aruanda auá

Salve Yemanjá que é a rainha do mar

Salve Xangô Kaô Kabecile

É de quá quá quá

É mina mina agogô >

É de angomé, em terra de angomá

É de Santa Bárbara rainha do Jacutá



Auê venta aqui venta no mar

Santa Bárbara é rainha da seita

Ela é dona do seu Jacutá

Quando ela chega no reino

Filho da seita ela vem saravar

Espia o que vem pelo céu

Olha o que vem pelo mar

Mas ela é nossa mãe Iansã

Mas ela é dona do Jacutá

Vento, mas que ventania >

Iansã é nossa mãe

Yemanjá é nossa guia




Ela é Santa Bárbara

Rainha do Jacutá

Arererê! Arererá

A mamãe de Aruanda já virou janga no mar

Eparrei Oiá

Dona do vento, mensageira de Oxalá

Eparrei Oiá, eparrei Oiá

Dona do vento, mensageira de Oxalá

Saravá Santa Guerreira

Deusa do fogo e da luz

Minha Santa Padroeira

Que meu destino conduz

Proteção para seus filhos

Eparrei Oiá

Moça rica da Umbanda

Venha nos abençoar.

Qualidades do orixá Orixá Oyá/Iansã


Foi a única mulher de Xangô que o acompanhou na sua fuga para a terra de Tapa, mas se desencorajou em Ira, sua cidade natal, onde, de acordo com o ditado “Oyà wole ni ile Ira, Sango wole ni Koso” (Oyà entrou na terra na casa de Ira, Xangô entrou em Koso), ela suicidou-se ao receber a noticia da morte de Sango. Oya tornou-se a divindade do Rio Níger. Os tornados e tempestades são as marcas do seu descontentamento.

Qualidades:

Oyá Biniká
Oyà Seno
Oyà Abomi
Oyà Gunán
Oyà Bagán
Oyà Onìrá
Oyà Kodun
Oyà Maganbelle
Oyà Yapopo
Oyà Onisoni
Oyà Bagbure
Oyà Tope
Oyá Filiaba
Oyà Semi
Oyà Sinsirá
Oyà Sire

Oyà Gbale
ou Igbale (aquela que retorna a terra)que se subdivide em:

    • Oyà Gbale Funán
    • Oyà Gbale Fure
    • Oyà Gbale Guere
    • Oyà Gbale Toningbe
    • Oyà Gbale Fakarebo
    • Oyà Gbale De
    • Oyà Gbale Min
    • Oyà Gbale Lario
    • Oyà Gbale Adagangbará

    Estas Oyàs Gbale ou Igbale estão ligadas ao culto dos mortos, quando dançam parecem expulsar as almas errantes com seus braços. Tem forte fundamento com Omulu, Ogun e Exú.

Oyà Mesan – Um de seus epítetos. Espírito meio animal meio mulher, foi esposa de Oxóssi e Xangô
Oyà Petu – Nesse aspecto ela convive com Xangô. Senhora dos ventos, esposa de Xangô e amante de Ossain, fundamento com as árvores e suas folhas, guerreira usa cobre.
Oyà Onira – Rainha da cidade de Ira, guerreira e agressiva, companheira de Oxum, dona das estradas, principalmente com nas encruzilhadas, tem quizila com Ogum.
Oyà Odo – Simboliza o amor e o sexo, o prazer, fundamento na água.
Oyà Bagan – Fundamento com Oxossi
Oyà Egunita – Fundamento com Ogum Wari e Ode
Oyà Onisoni – Fundamento com Omulú
Oyà Tope – Uma de suas formas. Fundamento com Ogum Soroquê
Oyà Agangbele – Nesse caminho mostra a dificuldade quando a geração de filhos.
Oyà Lesseyen – Uma das Igbales que mora no próprio Lesseyen.
Oyà Ate Oju – Orixá Igbale num aspecto dificil de Oyá quando caminha com Nana.
Oyà Ogaraju – uma das mais antigas no Brasil.
Oyà Arira – Uma de suas formas.
Oyà Doluo – Eró Ossain; culto Nagô.
Oyà Kodun – Eró com Oxaguian.
Oyà Bamila – Eró Olufon.
Oyà Kedimolu – Eró Oxumare = Omolu
.




♥♥♥♥♥♥Ande com ela Mesma... Se for à escuridão ,Pois cedo Ou tarde tudo Isso ,Se ajeitará.

Basta ter fé em meus raios, eles estarão tirando a maldade...

E em minhas tempestades...

Eles Limparão o veneno e a mágoa dentro do de meu aparelho.

Quando ouvir meus trovões.

Saberá esta à hora de luta.♥♥♥♥♥♥♥


Esta mensagem foi passada pela Deusa Iansã a minha querida amiga Jadine França,através de um sonho,ela recebeu estas palavras em dialeto Yoruba e conseguiu compreender toda ela traduzida por meio d
o seu amor a Linda
Oyá.
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♥ ♠ ♣ ♦

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