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sábado, 27 de fevereiro de 2010

A Ekedy (A Arte de ser Mãe)


A Ekedi em seu papel de Mãe exerce a função de Dama de Honra do Orixá regente da Casa. É dela a função de zelar, acompanhar, dançar, cuidar das roupas e apetrechos do Orixá da Casa, além dos demais Orixás, dos filhos e até mesmo dos visitantes. É uma espécie de “noiva” que actua sempre ao lado do Orixá e que também cuida dos objectos pessoais do Babalorixá ou Iyalorixá. O cargo de Ekedi é muito importante, pois será ela a condutora dos Orixás incorporados no Egbê (barracão ou sala de festividades) e dela é a responsabilidade de recolhê-los e “desvirá-los”, observando as condições físicas daqueles que “desviraram”. O procedimento para se tornar Ekedi é o seguinte: primeiramente ela é apresentada – não suspensa, como o Ogan – e logo depois será confirmada, com as obrigações de Roncó. •Ekedi e Ajoié: A palavra “ajoié” é correspondente feminino de ogan, pois, a palavra ekedi, ou ekejí, vem do dialeto ewe, falado pelos negros fons, ou jeje. Portanto, o correspondente yorubá de ekedi é ajoié, onde a palavra ajoié significa “mãe que o orixá, escolheu e confirmou”. Assim como os demais oloyés, uma ajoié tem o direito a uma cadeira no barracão.
Deve ser sempre chamada “mãe”, por todos os componentes da casa de orixá, devendo-se trocar com ela pedidos de bênçãos. Os comportamentos determinados para os ogans devem ser seguidos pelas ajoié. Em dias de festas, uma ajoié deverá vestir-se com seus trajes rituais, seus fios de contas, um ojá na cabeça e trazendo no ombro sua inseparável toalha, sua principal ferramenta de trabalho no barracão e também símbolo do óyé, ou cargo que ocupa.

A toalha de uma ajoié destina-se, entre outras coisas, a enxugar o rosto dos Omo-orixás manifestados. Uma ajoié ainda é responsável pela arrumação e organização das roupas que vestirão os omos-orixás nos dias de festas, como também, pelos ojás que enfeitarão várias partes do barracão nestes dias.
Mas, a tarefa de uma ajoié não se restringe apenas a cuidar dos orixás, roupas e outras coisas.
Uma ajoié também é porta-voz do orixá em terra.
È ela que em muitas das vezes transmite ao Babalorixá ou Yalorixá o recado deixado pelo próprio orixá da casa.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Calendário de Umbanda

Janeiro - 15 – Oxalá

Janeiro - 20 – Oxóssi

Fevereiro - 02 – Yemanjá

Março - 20 – Oxaguiã

Abril - 19 – Logun-edé

Abril - 23 – Ogum

Maio - 13 – Almas – Pretos Velhos

Maio - 30 – Obá

Junho - 13 – Povo de Rua – Exus e Pombagiras

Junho - 24 – Xangô

Julho - 26 – Nana Burukê

Agosto –05 - Ewá

Agosto - 16 – Obaluayê

Agosto - 24 – Oxumarê

Setembro - 27 – Dia das Crianças - Erês

Outubro - 05 – Ossaim

Novembro - 02 – Omolú

Novembro - 15 – Dia da Umbanda - Caboclos

Dezembro - 04 – Yansã

Dezembro - 08 – Oxum

Dezembro - 25 – Oxalufã

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Umbanda e Quaresma

Dentre os vários compromissos que os verdadeiros Umbandistas devem ter para com a religião que abraçaram, estão os de esclarecerem, difundirem e enaltecerem os reais valores, bases e diretrizes de nossa Sagrada Umbanda. Desta forma, observações, avaliações e conceitos devem alcançar e modificar determinadas condutas que, embora habituais, têm como base preceitos estranhos a nossa religião.

Neste contexto, reportemo-nos, sucintamente ao ato litúrgico católico nominado Quaresma. A Quaresma e o próprio nome revela, é um período de 40 dias que tem início após as festas ditas profanas (carnaval), culminando no domingo de páscoa. Tem como finalidade, segundo os católicos, preparar o indivíduo, mediante processos de conversão e penitência, para a expurgação de influências carnais e mundanas e a absorção de valores sagrados. Tal período litúrgico, afirmam alguns, se consolidou no final do século III, tendo sido citado no 1° Concílio (Assembléia) Ecumênico de Nicéia, no ano 325.

Não obstante respeitarmos esta prática religiosa, própria dos católicos, devemos ter em mente que tal habitualidade pertence ao catolicismo, e não a Umbanda. E por quê então um número razoável de terreiros fecham suas portas, suspendendo as atividades espírito-caritativas durante este período?
1° Influência dos tempos de Catolicismo:- muitas pessoas que hoje são dirigentes Umbandistas, no passado professavam a religião católica. Converteram-se à Umbanda, mas esqueceram-se de deixar na antiga religião preceitos próprios da mesma.
2° Justificação para longas férias: - encontram no período católico da Quaresma o meio ideal de justificarem sua vontade particular de descanso, de deleites materiais, sem serem alvos de críticas por estarem suspendendo atividade de auxílio espiritual aos necessitados, uma vez que a maioria não sabe o que é quaresma.
Os Umbandistas, consoante o que foi mencionado, devem ter consciência e convicção de que os terreiros são verdadeiros pronto-socorros espirituais e jamais poderão fechar suas portas a médiuns e assistentes. Ou será que a tristeza, a frustração, as demandas, as doenças, e outras situações negativas deixam de afligir as pessoas durante a quaresma?
Sejamos sensatos. A Umbanda é religião cristã. É fato. Não significa, no entanto, que tenhamos de aplicar atos litúrgicos alienígenas à mesma.
Se os católicos são de opinião que a melhor forma de expiar suas faltas é jejuar e fazer penitência, ficando na última semana dos 40 dias a chorar o sofrimento de Jesus, bom para eles.
Nós umbandistas somos sabedores que o Meigo Nazareno não quer que soframos por Ele, mas sim que coloquemos em prática suas lições de amor, fé, caridade e fraternidade, virtudes que pregou quando encarnado, como alicerces seguros para a evolução da humanidade.
Reverenciemos o Cristo da Galiléia com trabalhos espirituais, que não podem parar, pois que o socorro é sempre urgente. A Umbanda é a manifestação do espírito para a caridade. E caridade é Jesus em ação.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Quaresma

Quaresma, palavra que vem do latim quadragésima, é o período de quarenta dias que antecedem a festa ápice do cristianismo: a ressurreição de Jesus Cristo, comemorada no Domingo de Páscoa

Tempo da Quaresma :A quaresma tem seu inicio na quarta-feira de cinzas e seu término ocorre na quinta-feira santa, na celebração da última ceia de Jesus Cristo com os doze apóstolos. [editar] Quarenta Dias O tempo da quaresma é de quarenta dias, porém em dias corridos somam quarenta e sete, mas de acordo com o cristianismo, o domingo que já é dedicado como o dia do Senhor, então, os domingos da quaresma não são contados. Após esse período, se inicia o tríduo Pascal, que termina no domingo de páscoa,quaresma também foi conhecida como o periodo de 40 dias que Jesus passou no deserto em oração.

Tempo de Oração : A Quaresma é o tempo litúrgico de conversão, que a Igreja Católica, a Igreja Anglicana e algumas protestantes marcam para preparar os fiéis para a grande festa da Páscoa. Durante este período, os seus fiéis são convidados a um período de penitência e meditação, por meio da prática do jejum, da esmola e da oração. Ao longo deste período, sobretudo na liturgia do domingo, é feito um esforço para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis que pretendem viver como filhos de Deus. A Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na Quarta-feira de Cinzas, três grandes linhas de acção: a oração, a penitência e a caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em todos os dias de sua vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus, ou seja, lutar para que exista justiça, a paz e o amor em toda a humanidade. Os cristãos devem então recolher-se para a reflexão para se aproximar de Deus. Esta busca inclui a oração, a penitência e a caridade, esta última como uma consequência da penitência.


terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

O Carnaval e o Umbandista

Breve relato sobre a instituição do Carnaval

No século X, a Igreja Católica sentiu a necessidade de criar um período de 40 dias de jejum, abstinência, recolhimento e oração, que antecedesse o da Páscoa.

Na época, também existiam durante todo o ano diversas festas populares e ditas pagãs. Isto, de certa forma, incomodava muito às lideranças católicas.


Então, foi criado um cálculo complexo, que leva em consideração a lunação após o Natal de Jesus, para se chegar ao dia do início da Quaresma (40 dias), dia que hoje conhecemos como Quarta-Feira de Cinzas (cinzas representando a purificação pelo fogo, a queimadura dos pecados).

Ora, o povo, que não é bobo nem nada, sabendo que as pessoas teriam que passar 40 dias sem nenhuma alegria, criou a terça-feira gorda (gorda, porque todos comeriam tudo a que tinham direito e que não poderiam comer depois), no dia que antecede a Quarta-Feira de Cinzas, quando não mais poderia manifestar-se com suas festas (ditas pagãs). A origem da palavra Carnaval vem justamente da abstinência de carne a que todos estariam obrigados nesse período. Na tradução para o português, seria mais ou menos assim: Carne vai = carnevalle - por corruptela, CARNAVAL.


Bem, esta é a origem material do Carnaval.

Mas, nós sabemos que o mundo material é um reflexo do mundo espiritual. Na verdade, a espiritualidade precisava de um período do ano para anistiar, dar indulto aos espíritos endurecidos que se encontram em verdadeiros abismos espirituais. Uma vez que o Carnaval surgiu no seio do povo como a maior festa profana, é natural que a espiritualidade, nessa época, proceda ao benefício para esses irmãos necessitados das energias vitais de nosso planeta.

Bem, esta é a origem material do Carnaval.

Mas, nós sabemos que o mundo material é um reflexo do mundo espiritual. Na verdade, a espiritualidade precisava de um período do ano para anistiar, dar indulto aos espíritos endurecidos que se encontram em verdadeiros abismos espirituais. Uma vez que o Carnaval surgiu no seio do povo como a maior festa profana, é natural que a espiritualidade, nessa época, proceda ao benefício para esses irmãos necessitados das energias vitais de nosso planeta.


Assim sendo, as energias do Planeta na ocasião do Carnaval ficam por demais densas, pesadas. E nós, médiuns, sentimos esta influência má, que é além do normal.

Necessidade de os Médiuns realizarem a Segurança para o Carnaval:

No passado, por falta de conhecimento, os terreiros passavam aos seus médiuns a informação de que, no período de Carnaval, eles deveriam fazer suas seguranças porque os Orixás, nessa época do ano, voltam para a África para reporem suas forças, e nós estaríamos desprotegidos. A Segurança sempre foi feita com agrados a Exu.

A informação passada era totalmente equivocada. Na realidade, os Orixás são forças da Natureza. Não poderíamos viver sem eles. Imaginem se conseguiríamos viver sem a água, o fogo, a terra e o ar! Jamais!

O período da Quaresma é um tempo de recolhimento, abstinência, jejum para os católicos, mas podemos observar que os católicos não fecham suas igrejas; muito pelo contrário, elas continuam abertas, atendendo a todos. Assim sendo, não se justifica que nós, umbandistas, fechemos nossas Casas, com a justificativa de que a quaresma é tempo de recolhimento. Pelo contrário!

Diante desta análise, fazemos sempre algumas recomendações aos Médiuns para o período de Carnaval:

1. Fazer-se presente à sessão de Segurança para o Carnaval com os Exus.

2. Obrigatoriamente, resguardar-se, evitando sol, bebida, fumo e sexo em excesso.

3. Manter acessa a vela do Anjo da Guarda.

4. Na sexta-feira à noite, agradar Exu, tomar os banhos de Ervas, banhar os automóveis e realizar defumadores em casa.

Estas medidas, aliadas ao bom-senso, à oração e a um comportamento digno de filho de Deus, nos deixam seguros para este período. É importante lembrar ainda:

- Umbandista não usa máscaras. Pode brincar, divertir-se, com muita moderação.

- Jamais se utilize das guias para compor a fantasia. Guia de Umbanda é coisa séria.

Feliz Carnaval para todos.

O Mistério Exu e a Festa dos Pagãos :O Carnaval




O Carnaval é uma festa pagã, cuja a origem exata é obscura.
Existem registros dessas festividades em civilizações antigas romanas
egípcias, gregas, entre outras.
Com a legitimação do Cristianismo em 313 d.C., pelo Imperador romano Constantino, através do Édito de Milão,
a Igreja Católica proibiu essas manifestações pagãs. Mas o Édito de Milão, permitia a liberdade de crenças e não tornou o paganismo ilegal, mesmo
sendo o Cristianismo considerado como religião oficial do Império Romano. O Cristianismo era para muitos, uma religião de fachada,
e a elite romana ainda era pagã em sua essência. E nos campos, a
população ainda mantinha-se fiel aos seus cultos ancestrais.
Mas muitos pagãos, que já simpatizavam com a doutrina Cristã,
converteram-se à nova religião oficial, entretanto não
conseguiam romper por completo com as tradições em que haviam sido formados.
A Igreja tinha que encontrar um meio de equilibrar esses opostos, e
mesmo não permitindo aos cristãos participarem, moveu as festividades
pagãs para antes do período da quaresma, que antecede a Páscoa.
Essas festividades ficaram conhecidas como "carnen levare", que em
latin significa "adeus à carne". Mas em em 590 d.C., a Igreja Católica
oficializou a festa, por perceber que não podia mais proibi-la, ainda que
o paganismo já não fosse mais permitido como religião livre. Era um modo de "contentamento pagão controlado", que permanece até os
nossos dias.
Nossos Guardiões, estão em vigília intensa nesse período, pois o mesmo
é carregada de vibrações densas. No Natal, as entidades trevosas oportunistas se valem do sentimentos de melancolia, abandono, solidão,
carência material, saudades e culpa, entre outros como facilitadores
da sintonia obsessiva, junto aos encarnados.
Já no Carnaval, as vítimas costumam ser outras. A sintonia se dá mais
facilmente com encarnados que mantêm, ainda que não conscientes
ou expressos, sentimentos de luxúria , ira, vícios, desejos de vingança e
falta de valores morais e espirituais, que consequentemente os afastam
de Deus e os tornam presas fáceis das artimanhas das trevas.
Essas manifestações ocorrem desde os pequenos desentendimentos até
aos mais graves atos de violência e crueldade, culminando em assassinatos. Esses acontecimentos estão presentes durante todo o ano,
mais ganham "força" nesse período. O resultado está nas estatísticas:
assaltos, drogas, álcool, orgias, acidentes, agressões, assassinatos, etc.
Devido ao livre arbítrio, que é uma determinação divina, os seres podem
escolher seu caminho e suas ações, mas não ficam livres da cobrança
cármica. E esta é muito efetiva nessa época, os Exús como agentes
executores da lei, cumprem determinações rígidas de suas hierarquias
no sentido de promoverem esses ajustes, ninguém escapa da lei.
São protegidos e poupados os que merecem. São expostos e cobrados, os
que devem, os "encontros cármicos de ajustes" são inevitáveis, mas o
desfecho depende de cada um dos envolvidos. As oportunidades de
evolução nos são fornecidas o tempo todo.
Nenhum Exú Guardião pode escolher por nós ou modificar por si só
nossas débitos e créditos. O que eles podem e fazem como ninguém, é
impedir o ataque em massa de entidades trevosas e sua tentativa de
reino e domínio nesse, que ainda é um planeta de provas e expiações.
O trabalho dos Guardiões no Carnaval, difere do realizado no Natal,
já que esse período vem sendo usado ao longo dos séculos para ajustes
cármicos. Muitas são as pessoas de boa índole e alegres que brincam
o seu Carnaval de modo tranquilo e que são protegidas, pois não
sintonizam com as vibrações trevosas e nem têm "contas a ajustar",
seus Guardiões têm o mesmo trabalho dos demais, a diferença é que
"podem poupá-las".
Para bom entendedor.
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