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domingo, 28 de março de 2010

Origem do povo gitano-Cigana Sâmara



Moça de cabelos cor de fogo: seu mistério é o fogo.

Adora fazer feitiços com o fogo e a Salamandra.

É com a brasa que ela tem a força.

Ela pega uma brasa na fogueira com as mãos e a coloca na boca.

Isso é o maior feitiço e a mais estranha magia.

Sâmara adora roupas coloridas, feitas de retalhos.

Sua blusa é sempre vermelha e no cabelo sempre leva uma flor também vermelha.

Traz na mão um cristal de jaspe sangüíneo.

Essa cigana tem a força do fogo; não usa cartas, dados ou moedas para suas magias.

Para revelar o passado, presente ou futuro, usa a chama de uma vela vermelha ou a labareda da fogueira.

Quem tem essa cigana precisa ter muito cuidado, pois se a tratar errado, ela ficará agressiva e tornará a vida pessoa um martírio.

Sâmara costuma invocar as salamandras e faz magia com o fogo, sal, pimenta, folha de corredeira-de-aluar, frutos, folhas e capim cheiroso.

Tudo isso é misturado e acrescentado a outras ervas.

Depois, ela embrenha-se no mato para levar sua magia.

Ela gosta de trabalhar na Lua minguante e também no dia 13 de cada mês, as 01:37 hs da manhã.

A cigana Sâmara tem uma cabeça de cobra seca, um sapo seco, um morcego seco e anda sempre com uma coruja cinza no ombro.

Essa coruja tem penduradas no pescoço varias fitas coloridas, cada uma com um guizo pequenino na ponta.

O nome dessa coruja é Feimi, que quer dizer

“Creia em mim¨.

É muito bonito o trabalho dessa cigana.

Só quem vê o seu trabalho é que pode avaliar sua energia.

Como essa cigana é feiticeira, seu trabalho é resolvido em uma hora e trinta e sete minutos.

§ Cigana Samara

Ingredientes:


7 pedaços de pau seco (que sirva para fazer uma pequena fogueira)

7 gotas de essência de canela

7 frutas

7 doces

7 pedaços de pano colorido

7 moedas atuais

Modo de Fazer:


Faça esta oferenda na Lua Cheia. Leve todo o material para um lugar descampado, de terra batida, afastado da zona urbana. Faça uma fogueira com os sete paus. Quando a fogueira estiver acessa, jogue a essência no fogo. Passe os panos no corpo e coloque em volta da fogueira. Faça o mesmo com os doces e as frutas, colocando-os em cima dos panos. Espete uma moeda em cada doce, enquanto vai pedindo: “Pela força da cigana Samara e do fogo vivo, que meus caminhos sejam abertos”.

O Espiritismo e a Umbanda

O espiritismo e a umbanda são doutrinas espiritualistas, como também o judaísmo, o catolicismo, o protestantismo, a teosofia, o rosa cruz, o esoterismo etc., o que não impede de haver entre elas diferenças essenciais, que lhes dão características próprias.
A existência de Deus e da imortalidade da alma são verdades aceitas por todas, já a reencarnação não o é pelo catolicismo e pelo protestantismo.
O espiritismo e a umbanda, adotando como prática comum a comunicação ou manifestação dos espíritos, já diferem do rosa cruz, da teosofia, do esoterismo que não prescrevem essas práticas.
Como veremos a seguir, não se pode, por outro lado, confundir espiritismo e umbanda, embora ambos aceitem a comunicação dos espíritos e a reencarnação como pontos ou princípios básicos.
O espiritismo difere da umbanda quanto a origem, ao conteúdo doutrinário e à prática ritual.
Quanto à origem, sabemos que espiritismo (termo criado por Allan Karde) designa uma doutrina, recebida de vários espíritos superiores e codificada por Kardec, no século XIX. Essa doutrina se caracteriza por ser um comjunto de princípio, de ordem científica, filosófica e moral.
A umbanda tem sua origem na prática religiosa dos africanos Bantos, que habitavam Angola, Congo e Moçambique.
Com referência ao conteúdo doutrinário, sabemos que o espiritismo assenta em postulados científicos, filosóficos e éticos, o que não se dá na umbanda, que não tem doutrina codificada, embora seus adeptos aceitem a imortalidade da alma, a reencarnação e a lei de ação e reação (carma/expeciação).
O sentido nitidamente material do culto umbandista, distancia muito a umbanda do espiritismo cuja doutrina tende exatamente a libertar o ser humano das coisas matérias, das formalidades do mundo exterior, das crendices e superstições.
Umbanda, portanto, não é espiritismo, nem mesmo baixo espiritismo de terreiro, nem espiritismo atrasado, nem espiritismo de outra linha, como se ouve dizer, por que espiritismo é um só.
Quanto a prática ritual, a umbanda difere essencialmente do espiritismo. A umbanda atua no plano da natureza e o espiritismo no plano do pensamento.
O espiritismo não tem ritual de nenhuma espécie; não adota corpo sacerdotal; hierarquia; cerimônia (batizados, casamentos e quaisquer outras); não se utiliza de fórmulas, invocações ou promessas de qualquer natureza; repele a adoração de imagem, símbolos, amuletos; rejeita crendices e superstições e não admite pagamento pela prestação de assistência espiritual ou de qualquer auxílio que conceda aos necessitados. (Extraído do livro espiritismo básico).

quinta-feira, 25 de março de 2010

Origem do povo gitano-Cigana Carmelita

Carmelita é uma cigana que se apaixonou por um pescador e também teve um filho com o cigano Pablo.
O nome do filho é juanito onde nasceu com um olho verde do pai e azul dela e com menos de 17 anos de idade faleceu e com isso toda fez q aparecia para ela se mudavam de acampamento...
Ela é faceira e muito ligada á todos os tipos de magias, poções e encantamentos com isso ganhou vários presentes de seus entes e pessoas com ajuda e até hoje é assim...
pelo menos em espírito ela ajuda muito as pessoas desesperadas.
Age muito no amor, na alegria e no bem querer.
CIGANA CARMELITA
A energização dessa cigana deve ser feita em um pote de vidro com pé, em um pote de vidro sem pé, em um barco dourado, em um barco prateado, em um jarro de porcelana, em uma charrete, em uma carroça e em outros tipos e potes.
Há espíritos ciganos que são energizados em frutas,pedras,braceletes,gargantilhas...
Por exemplo,a energização da cigana Carmelita é feita em um barco dourado.
Sabe por quê?

O grande amor da vida da cigana Carmelita foi um pescador, que a presenteava com conchas, pérolas e outras coisas do mar.
Mas seu último presente para carmelita foi a miniatura de um barco, feito de latão dourado, do qual ela nunca se separou.

Ingredientes:


1 cesta de vime

8 rosas brancas

8 rosas amarelas

8 doces finos

8 peras

8 lenços finos amarelos

8 lenços finos brancos

8 moedas atuais

8 espiga de trigo

8 velas brancas

Modo de Fazer:


Faça esta oferenda na Lua Crescente. Forre a cesta com os lenços, alternando um branco e um amarelo, e deixando as pontas pendentes para o lado de fora da cesta. Passe no corpo simbolicamente as peras e coloque-as no centro da cesta, sobre os lenços. Faça o mesmo com os doces e arrume-os em volta das peras. Passe no corpo as rosas amarelas e arrume-as em volta dos doces. Faça o mesmo com as rosas brancas e arrume-as em volta das rosas amarelas. Bata no corpo com o feixe das espigas de trigo, pedindo caminhos abertos à cigana Carmelita; arrume as espigas em volta das rosas. Por último, segure todas as moedas entre as mãos juntas e sacuda-as, pedindo prosperidade; a seguir espete cada moeda em uma das peras.

Coloque a cesta na beira de um rio limpo. Acenda quatro velas do lado direito e quatro do lado esquerdo da mesma, pedindo caminhos abertos.

Origem do povo gitano-Cigana Wlanasha

É uma cigana linda, de pele clara e cabelos amarelados que lembram uma espiga de milho e que brilham como ouro, quando em contato com o sol.
Wlanasha só usa roupas de cor amarelo ouro e com muito brilho.
Seu metal preferido é o ouro; seu cristal é o topázio.

No pescoço usa um cordão de ouro, que tem no centro um topázio em forma de pirâmide. Usa no pulso um lenço amarelo, amarrado e com as pontas soltas.

Na cabeça usa um lenço dourado e brincos de ouro, em forma de leque.
Enquanto esta incorporada, segura na mão uma rosa amarela.
As velas e as rosas em sua magia são sempre amarelas.

Ela não faz magia para o mal; suas magias preferidas são aquelas
feitas para defesa contra armadilhas dos inimigos e contra a inveja.
Wlanasha manuseava suas cartas desde os seis anos de idade.

A fase da Lua de sua preferência era a crescente.
Wlanasha, a cigana preferida de Bel-Karrano (Deus-Céu) é irmã gêmea
do cigano Wladimir.
Por isso, sempre que entregamos uma oferenda para a cigana Wlanasha, temos de entregar outra para o cigano Wladimir.

§ Cigana Wlanasha

Ingredientes:


1 bacia de ágata branca

6 peras

6 quindins

6 moedas atuais

6 punhados de arroz com casca

1 vela amarela

Modo de Fazer:


Faça essa oferenda na Lua Crescente. Coloque os seis punhados de arroz na bacia. No centro, arrume os doces. Em volta, arrume as peras e, em cima de cada doce, coloque uma moeda. Leve a oferenda para a beira de um rio. Passe simbolicamente a bacia no corpo. Coloque a bacia na água como se fosse um barco, e peça à cigana Wlanasha para abrir seus caminhos. Acenda a vela na beira do rio.




domingo, 21 de março de 2010

Amor Cigano

Como vou dizer que não te amei
Se eu ainda penso em você
Se eu ainda tenho a ilusão
De encontrar para nós a solução

Como vou dizer que te esqueci
Se eu não aprendi a te esquecer
Se eu não consigo mais dormir
Sonho acordada com você

Mesmo sem querer eu vou lembrar
Coisas impossíveis de apagar
É pra mim difícil entender
A vida sem você
Dói se você diz que não me quer
Mas eu não consigo te deixar
Faço tudo que esse amor quiser
Pra você ficar

Vida minha,vida minha
Meu amor cigano
Como posso me enganar
Fingir que não te amo
Vida minha,vida minha
Não me deixe agora
Logo quando eu mais
Preciso de você
Diz pra mim que não deixou de
me querer.

Origem do povo gitano - Cigana do Egito;Flor de Lótus

Conheço CIGANA FLÔR DE LOTUS, cujo seu nome verdadeiro, não me acho no direito de revelar, no entanto, posso dizer a você, que em todas as suas Incorporações, usa em seu braço esquerdo, uma pulseira e um bracelete de ouro. Veste-se com roupas de teciransparentes, túnicas e saias separadamente, de pouco falar de muito exigir.
Reza a sua Lenda, que foi abandonada por sua mãe, e que viveu até os seus 16 anos de idade, como escrava de um Faraó.
Desencarnou com uma doença grave de pulmão, hoje conhecidamente como Tuberculose.
Quanto aos seus restos mortais, o que impressionou, foi o fato, de que apesar de ser sepultada como simples escrava, seus olhos e seu útero, permaneciam intactos. É a Cigana que cura os problemas de visão, e dá fertilidade as mulheres estéreis.
Viveu na era Antes de Cristo. Fato que faz com que ela tenha alguma rejeição em relação ao Cristianismo.
Quem descobre o Segredo da FLÔR DE LOTUS, descobre a Chave da Plenitude da Vida Eterna. Descobrir o Segredo da FLÔR DE LOTUS é antes de tudo, não ter medo do que terá que enfrentar.

A FLÔR DE LOTUS é a certeza que precisamos de tudo e de todos para existirmos, ou seja, por mais que pareçamos independentes, só existimos porque as coisas em nossa volta existem. Algumas vezes sozinho, mas nunca solitários. Outras vezes triste, mas nunca deprimidos.”

Eis o PONTO

Tantas vezes quis
Tantas vezes pedi
De nada adiantou
Precisei olhar para cima
Acreditarem mim
E eu sorri para o sol
Para a lua
Bem disse a chuva
Bem disse aos ventos
Areias escaldantes
Queimaram meus pés
E assim aprendi
Que sou filha do tempo, do Faraó, de Alá, de Jeová…
E assim aprendi
A Vida é minha mãe
Mas é a Morte
Que me consola e me ampara
Quando minha mãe se despede…
Estar vivo é a grande certeza de que o Universo conspira a nosso favor!

Antigos deuses - Deusa Egípcia Bastet

UMA GATA OU UMA MULHER com cabeça de gata simbolizava a deusa Bastet e representava os poderes benéficos do Sol. Seu centro de culto era Bubastis, cujo nome em egípcio — Per-Bastet — significa Casa de Bastet. Em seu templo naquela cidade a deusa-gata era adorada desde o Império Antigo (c. 2575 a 2134 a.C.) e suas efígies eram bastante numerosas, existindo, hoje, muitos exemplares delas espalhadas pelo mundo. Essa divindade também estava associada à Lua e protegia os partos e as mulheres grávidas de doenças e dos maus espíritos. Tornou-se ainda padroeira dos festivais, muito populares até a época romana, nos quais as bebedeiras eram comuns.


Ao lado, estatueta de bronze da deusa gata Bastet.
Museu Britânico.


O NOME QUE OS EGÍPCIOS DAVAM ao gato era myw, que correspondia ao som que o bicho emite, ou seja, o nosso conhecidomiau, palavra onomatopaica que passou para outros idiomas, inclusive o português, indicando o miado daquele animal. O gato, aliás, era um dos bichos mais estimados no Egito. Bastet era uma divindade bastante antiga, já citada nas primeiras dinastias, quando então era identificada com os gatos selvagens que povoavam o país. Foi a partir do Império Médio (c. 2040 a 1640 a.C.) que ela começou a ser associada com o gato doméstico. Seu nome significa "deusa do bas", palavra que identifica um jarro de unguento para cerimônias funerárias. Símbolo do amor materno, da fecundidade e da doçura, protegia os lares e a partir da IV dinastia (c. 2575 a.C.) aparece como mãe do faraó, a quem ajuda. Sendo os soberanos da XII dinastia (1991 a 1783 a.C.) oriundos de Bubastis, tornaram a deusa de sua cidade natal uma divindade de cunho nacional. Dessa época em diante foi considerada filha de e os poderes benéficos do Sol lhe foram incorporados.

DURANTE O TERCEIRO PERÍODO Intermediário (c. 1070 a 712 a.C) começaram a ser construídas necrópoles para abrigar múmias de gatos. Esses animais eram criados no templo de Bubastis com o objetivo de serem sacrificados à deusa e mumificados. Devotos da divindade adquiriam tais múmias que eram envoltas em tecido, colocadas em sarcófagos feitos sob medida e enterradas como oferendas à Bastet em túmulos subterrâneos cobertos com uma abóbada. Quando os reis líbios da XXII dinastia (c. 945 a 712 a.C.) fizeram de Bubastis sua capital, por volta de 944 a.C., o culto da deusa tornou-se particularmente desenvolvido.

A PARTIR DA XXVI DINASTIA (664 a 525 a.C.), agora já no chamado Período Tardio (c. 712 a 332 a.C.), tornou-se comum os adeptos da deusa lhe oferecerem, em seus templos, ex-votos na forma de estatuetas que representavam a divindade sob a forma de gato. Feitas geralmente de bronze, mas também de outros materiais, as esculturas costumavam trazer no pescoço um colar ou o olhoUedjat e brincos de ouro nas orelhas. Ao ser representada na forma humana podia trazer nas mãos um cetro, uma planta de papiro, um sistro, instrumento musical que tocava nas festividades, etc. No braço podia carregar um cesto que, às vezes, aparece cheio de gatos.

sábado, 20 de março de 2010

Origem do povo gitano-Cigano Tiago

Tiago era um cigano sábio pertencente a caravana da luz de Wlanasha e Wladimir, os guardando dos males do mundo.

Realiza seu trabalho auxiliando-nos encarnados e desencarnados na busca da sabedoria, estabilidade e na firmeza das ações.

Vitaliza na essência de cada um a perseverança das nossas provações, direcionando-nos no sentimento da fé.

Quando quiser conversar com ele acenda uma vela amarela e um incenso de rosas amarelas.

Juntamente com um copo de água se estiver passando por chateações.

Cigana Miroan é sua companheira desde muitas vidas.

Ela cuida da família, dos sentimentos, da saúde e do amor incondicional.

Trabalha assim com velas de cor rosa.

§ Cigano Tiago

Ingredientes:


1 porção de trigo de quibe

1 porção de frutas cristalizadas picadinhas

4 pratos de papelão prateado

4 morangos

4 folhas de hortelã miúda

4 moedas atuais

4 velas verdes

Modo de Fazer:


Faça esta oferenda na Lua Crescente. Faça um mingau grosso (cozido) com o trigo e um pouco de água. Coloque um pouco do mingau em cada prato e deixa esfriar. Em seguida, ponha um morango e, à sua volta, frutas cristalizadas picadinhas, uma folha de hortelã miúda e uma moeda, em cada prato, sobre o mingau. Quando os pratos estiverem completos, passe-os simbolicamente pelo corpo pedindo ao cigano Tiago a abertura de seus caminhos.

Leve os pratos para um campo verde e limpo e acenda uma vela em cada prato, oferecendo ao cigano Tiago.



sexta-feira, 19 de março de 2010

Fraternidade Branca-Conhecendo os Mestres Ascencionados - Kwan Yin

Amparadora dos seres cujos atos geram severos ajustes cármicos. Também conhecida como Deusa da Misericórdia, representa a grande força da Mãe Universal no Oriente, assim como Mãe Maria, no Ocidente. Antes de Saint Germain, era ela a Chohan do Sétimo Raio. Hoje, sustenta os atributos do Raio Lilás (violeta e rosa) do perdão e da misericórdia divina, irradiado de seu Templo da Misericórdia sobre Pequim, na China.
São ilimitados o seu amor e compaixão pelos homens. A Deusa da Misericórdia, que é mediadora do Conselho Cármico, está sempre pronta a atender os desejos dos seres humanos, concedendo-lhes mais auxílio do que em verdade merecem.
O Raio Lilás ampara os seres que transgrediram gravemente as leis universais e não conseguem suportar os retornos cármicos, necessitando de uma energia mediadora ou intercessora entre o mundo das criações e a Grande Lei.

Kwan Yin já era conhecida no Extremo Oriente antes do advento do Budismo. Dentre suas várias encarnações na China, a mais conhecida foi como filha do Imperador Miao Chuang Wang, da Dinastia Chou, 700 a.C. Diz a lenda que ela foi condenada à morte pelo próprio pai. Primeiro tentaram decapitá-la, mas a espada usada na execução quebrou-se em mil pedaços. Depois, ao tentarem asfixiá-la, sua alma desceu ao inferno por alguns instantes e o transformou em paraíso. Ela é hoje a madrinha da nação chinesa.

Kwan Yin fez o voto de "bodhisattva", que significa "Buda de compaixão", e comprometeu-se a trabalhar pela evolução do planeta e do Sistema Solar. É o complemento divino ou contraparte feminina do Senhor Maitreya e invocada, no Oriente, pelos devotos por meio do mantra OM MANI PADME HUM.

Namastê!


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