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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Origem do Povo Gitano-Cigana Natasha

Esta Cigana é protetora da família, protege as pessoas que precisam de entendimento com os seus. Familiares que se amam e se desentendem por influências de terceiros, pedem controle e fortalecimento dos laços. Assim como não ter, vergonha de pedir desculpas.
É de origem Turca, Viajou por todo Oriente e Europa, diz ter sido profundamente infeliz com seus laços familiares. Por este motivo corta todas as influências estranhas (más) ao meio familiar de seus protegidos. Esta sempre em guerra com os que querem desarmonia. Seu símbolo principal é a coruja que vigia tudo o tempo todo e os gatos seus companheiros na jornada da vida.
Cigana linda gosta de proporcionar tudo de melhor para sua família, para buscar estes meios, viaja para longe, porém mais perto impossível. Natasha faz magias com rituais de velas e perfumes mágicos. Tem uma grande ligação com a lua, a quem pede imantação para seus perfumes, quem os utiliza garante que o resultado é comprovado.





Seus protegidos têm, imantação energética, através de banhos, incensos, e amizade com os animais, sofrem muito em busca do amor verdadeiro, por se preocuparem demais com as outras pessoas e não deixarem tempo para si. Natasha diz sobre isto: “Peça a grande lua que é a mãe de tua família amor para todos, e que proteja o teu amor verdadeiro”.

Umbanda e Catimbó;Pombagira e Mestra Maria Navalha

Também tenho ela como pomba gira e tenho algumas histórias, uma delas é...
Alguns diziam que ela era mulher de vida fácil, porém ela sempre trabalhou muito para sustentar seu irmão doente mental. Trabalhou no cais, nos mais diversos bares, botecos e Bin bocas que já
existiu lá fez fama pelo seu temperamento rude e de difícil amizade, talvez, por sua vida humilde.
Logo após nascer seu irmão houve complicações com o parto, vindo a falecer a Mãe, uma mulher doce e dedicada aos seus filhos e marido. O Pai, um militar muito severo, não conformado, rejeita o próprio filho e foi aí que Maria Regina das Dores, mais tarde chamada de Maria Navalha, se pôs:
entre o Pai martirizado pela morte de sua amada e um filho que apresentava uma deficiência mental. Tudo isso a coagiu para uma vida de sofrimentos e angústias. Logo depois, o pai também se foi. Morreu de tristeza, pois não suportou a partida de tão doce mulher.


Após seu falecimento, eles tiveram que se mudar para um lugar muito humilde. Então, Maria Navalha, com seus 14 anos, começa entender que a vida para as mulheres na década de 50 não era tão fácil assim.
Trabalhou em casa de família, mas seu jeito meigo logo atraia os olhares maliciosos de Patrões sedentos de desejos e foi por um deles que ela acabou deixando-se seduzir. Com esse patrão, ela compartilhou 10 anos de sua vida, até que um dia ele se foi sem deixar nenhuma notícia. Ela que sempre foi contra a dependência, logo naquele momento voltava para a rua da amargura com seu irmão que sempre estava ao seu lado. Seu desvio mental em nada comprometia o carinho e afeto de irmão e amigo que ela sentia. Foram muitas as noites que ela se pegou chorando, sem ter o que comer, com fome e frio na rua. Até que um dia se mudaram para o porto, de onde sigo com minha história.
Não demorou e logo arrumou um emprego de garçonete em um prostíbulo. Ela era tão assediada que as meninas que ali ganhavam sua vida vendendo seu corpo se incomodavam com aquela bela jovem que agora já tinha seus 25 anos.

Em meio as várias pessoas que ali freqüentavam, apareceu, um homem negro, bem trajado, de terno de linho branco e com uma gravata vermelha que deixava um ar de conquistador. Ele, então, pediu uma bebida: “me da uma cerveja e meia minha querida” - disse aquele homem que tremia os olhares enquanto esperava. Em seguida, sacou de seu bolso um baralho com que ficou a cartear em cima da mesa provocando o olhar de muitos ali naquele local. Não demorou muito, chegou o primeiro querendo saber o que mais do que boa pinta o nobre negro vestido tinha a oferecer. Então, ele tirou seu relógio e disse: “tenho isso”. Era um relógio ainda de corrente, muito bonito por sinal. E
foi só com isso que ele depenou os pobres freqüentadores do local. Entre uma rodada e outra, seu olhar se virava para a Maria, doce, bela e bonita e ela correspondia com um sorriso de deboche, ao acabar com quase todos ali presentes e com o bolso cheio de “pataco” ele se levantou, como se é
de costume e pediu uma Parati (pinga) para finalizar sua noite. Ele nunca passava das 03:00 da manha. Eram ordens expressas de uma vidente. Então, tomou a Pitu, uma pinga que lhe dava ânimo para chegar a sua morada. Antes de sair, agradeceu à Maria e se foi.
Após algumas horas de sua partida, Maria, cansada por mais um dia de exaustivo trabalho, também foi se embora e ao passar por uma viela escura, um caminho mais curto, próximo a Av. Mem de Sá, se deparou com duas pessoas suspeitas, que tinham um olhar de maldade e cobiça. Nisso, ela apressou seus passos na tentativa de despistar aqueles homens estranhos. Quando ela sem esperar, outro homem a cerca entre as vielas, segura a em seu braço e lhe diz: “olá, bela moça.
Vejo que me viu perder tudo que tinha nos bolsos para aquele homem de terno e não quero mais perder, pelo menos quero você agora como uma recompensa pelo pataco perdido. Também vi que dava risada da minha má sorte ao lado daquele negro malandro!”.
Nesse instante, ela correu em direção ao outro lado da viela e lá estavam os dois que a estavam perseguindo. Sentindo–se sem salvação, começou a pedir para São Jorge, seu santo de devoção a quem sempre teve um grande carinho e fé, para que a socorresse. Como em um passe de mágica, mais do que depressa, veio aquele negro todo engomado, cheio de passos bonitos até pra andar e disse: “Boa noite seu moço, você diz que me conhece, tem razão de me conhecer, eu nasci de madrugada antes do dia amanhecer”.
Em seguida, retirou do bolso da sua calça, uma navalha e como se fosse cortar um papel perfura o rosto do perdedor inconformado, que logo sai todo molhado com seu próprio sangue ruim e cheio de ódio. Os dois, mais do que depressa, também resolvem se retirar por medo ou por simplesmente
vontade de não estar ali naquele nevoeiro que aumentava cada vez mais, fazendo o pavor crescer ainda mais.
Ao se virar, Maria percebeu que a roupa branca do nego malandro estava cheia de sangue, resultado do corte do inimigo que tentara incomodar a bela mulher. Então, num intuito de agradecer ao seu belo herói, ela o convidou para que ele fosse pelo menos amenizar as manchas que estivera em sua nobre roupa e eles, assim, foram conversando, dando muitas risadas e ela cada vez mais seduzida e ele cheio de chamego pela bela moça.
Ao chegar, ele retirou o paletó e ela começou a lavá-lo. Em seguida, deixou-o secar um pouco, porém, não houve sucesso na retirada de toda a mancha e eles começaram a beber.
Ela tinha, não se sabe porquê, uma garrafa de coquinho que serviu a si e ao herói. Ele, cada vez mais sedutor, fazia-a dar altas risadas enquanto o irmão dela roncava em sono pesado, sem imaginar que tinha visita.
De tanto beber, ela acabou adormecendo e ao acordar sentiu algo diferente em si mesma, como se estivesse mais ousada, mais capaz, mas forte. Ao se levantar, o belo homem já tinha ido sem deixar rastro, apenas um bilhete e a navalha em cima como apoio. No bilhete, ele dizia:
“Obrigado por confiar em mim. Essa navalha nos une para todo o sempre e com ela vais cortar a
injustiça, a maldade e a mentira. Saiba usar porque seu fio de corte está ligado diretamente ao seu coração saiba separar os bons dos maus e eu estarei sempre ao seu lado”.
Seu olho se encheu de água com a partida do seu eterno herói, sem nem ao menos um beijo de despedida, nada, apenas aquela navalha. Logo ela que demorou tanto para se simpatizar com outro homem, mal isso tinha acontecido e já houve a separação.
Conforme ele disse, ela fez. Sempre que precisava de ajuda, a navalha a ajudava, tanto que os homens e pessoas ruins a apelidaram de Maria Navalha. Não havia quem a não conhecia.
Logo que a vida começou a melhorar, ela comprou um chapéu Panamá de fita vermelha igual ao do seu amado e usava sempre para todo lado que ia. Às vezes, achavam que ela gostava de mulheres, pois fazia uma cara de mau e brigava como um homem, mas na verdade ela sempre esperava um dia poder reencontrar seu grande amor.

Texto da médium Grazieli,que incorpora Dona Maria Navalha.


Pontos Cantados :
Foi numa mesa de bar
numa mesa de bar
que Maria Navalha trabalhava
ela trabalhou, ela trabalhava
Maria Navalha é mulher da madrugada!

Dizem que se perdeu
Onde será que se meteu
Fez história na Bahia
Dizem que até nasceu por lá
Esta linda pomba gira
A Maria da navalha
Ela prefere a multidão
A viver na solidão
Parece que foi destino
Que a colocou no meu caminho
Mulher você é um tormento
Que não sai do meu pensamento
Eu sou Zé Pelintra
O teu amante e companheiro

Eu vou beber
vou farriar
para a polícia me levar
eu moro em Casa Amarela
lá nas sete esncruzilhadas
e quem quizer saber meu nome
sou eu Maria Navalha.

Ô Anália
Cadê Maria Navalha
ela é moça bonita
que se veste com sete saias

eu a procuro mas não vejo
Cadê Maria Navalha?

Vai pro Japão jandáia
vai pro Japão jandáia
Mulher de malandro tem nome
e se conhece pela saia
vara curta e onça brava
ela é maria navalha
este ponto afirmado é de Navalha!

“Quem foi que disse que mulher não briga bem
Quem foi que disse que mulher tem que chorar
Eu firmo meu ponto na folha da Marambaia
Corto demanda na Umbanda
Me chamam Maria Navalha"

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Umbanda;Pombagira Dona Rosa Caveira


Uma Pomba Gira nos Himalaias
Dona Rosa Caveira é um mistério só.
Pomba gira pouco co­nhecida, tem reputação de maravilhosa curandeira e as pecto inquietante.
Nas imagens populares, ironicamente difíceis de encontrar no Brasil, ela exibe um corpo meio esquelético e meio humano coberto com capa e capucho.
Nos meios tradicionais é dito que ela é a “esposa” de Seu João Caveira, exu da “Velha Guarda” do cemitério e Chefe da Linha dos Caveiras, um grupo de servi dores fiéis e muito prestativos.
Em conversa ao pé do congá, com alguns irmãos de fé que também circulam pelos caminhos de algumas reli giões de origem bantu (Kim banda, Cangerê, Cabula), ou vi que Do na Rosa Caveira é protagonista de inúmeras lendas.
Uma delas conta que Rosa nasceu no Oriente.
Sétima filha de uma simples família do campo, desde cedo aprendeu com seus pais as artes da cura, pois eles eram xamãs. Sua falecida avó foi sua primeira guia espiritual.Em sonhos, a querida alma da ancestral instruia e aconselhava a neta.
Rosa era uma menina privilegiada.
Aos dezenove anos ela conheceu um xamã muito mais velho.
Eles se apaixonaram e casaram.
Ela então começou um período muito intenso de atendimento espiritual aos cidadãos de sua vila e arredores.
Sua vida transcorreu cheia de méritos e bênçãos.
Rosa morreria depois de seu marido, saboreando o prazer de uma exis­tência de dicada os mais necessitados.
Outra lenda nos conta o segredo de seu nome...
Ao redor da casinha onde sua família morava existia um roseiral selvagem.
No final da gravidez, sua mãe não teve tempo de pedir ajuda à parteira local e a menina nasceu ali mesmo.
Daí o nome: Rosa.
Por que caveira ?
Em certas regiões do Oriente, so bretudo na Índia, Tibet e Butão, alguns xamãs e yogues utiizam a caveira humana como um cálice ritual.
A caveira, assim utilizada, não está relacio nada com magia negra ou qualquer arte malévola.
No Budismo Tibetano os Lamas utilizam uma caveira como cálice.
Também fazem um pequeno tambor com duas metades de caveira...
Na Índia ele é chamado de Damaru e a caveira de Kapala.
Quando conheci a lenda de Rosa Caveira, imediatamente percebi a co­nexão com as tradições yogues e tibetanas.
Na minha imaginação eu “vi” a grande mestra sentada numa alta montanha, segurando uma caveira e em profundo estado de meditação.
Seria Rosa Caveira tibetana?
Pode ser que a lenda tenha se ocidentalizado e a planta original, que poderia ser o lótus, tenha se transfor mado em rosa.
Neste caso seu nome seria Pema em tibetano. Em sânscrito, seu nome espiritual seria Kapa la padma (Lótus Caveira).
Na tradição budista e mágica do Tibet, Mongólia e arredores, existem mui­tas histórias e lendas com as mes mas características das aqui men cio­nadas.
O fato é que como Pomba Gira brasileira, na gira do dia-a-dia dos terreiros, Rosa Caveira é um pouco diferente de suas irmãs.
Ela não se firmou como “mu lher da vida” ou errante marginal.
Mas se perpetuou como curandeira poderosa e ponte entre os diversos reinos do astral.
Uma outra curiosidade cir cunda esta Pomba Gira. Rosa Caveira trabalha e vibra no cemitério...
Em algumas tradições orientais, as mesmas mencionadas acima, certo grupo de adeptos utiliza o cemitério para trabalhos espirituais de cura e transformação. Eles são chamados de Kapa likas ou portadores da caveira!
As mulheres do grupo, além da caveira transportam um tridente.
Certa vez eu estava caminhando com um amigo indiano pelas ruas do centro de São Paulo.
De repente, dian te de uma loja de artigos religiosos, ele literalmente ficou paralisado!
Uma grande e vermelha estátua de Pomba Gira estava diante de nós.
Nua, majestosa, segurando um tridente e com uma caveira nos pés.
Shivaji, meu amigo indiano, se cur vou aos pés da imagem e disse:
“Trishula Kapala Ma! O que você faz aqui?”
Trishula Kapala Ma é a Mãe do Tridente e da Caveira,uma representação do feminino sagrado que pode rondar os lugares de cremação.
Ela destrói os fantasmas malignos e os demônios, come as ilusões hu­manas e resgata as almas das mãos dos seres das trevas.
Seu aspecto pode ser “terrível”, mas a luz e a bonda de emana de seu cora­ção.
Atrás do aspecto funesto de Rosa Caveira com certeza brilha a mesma luz.
Nela se encontram o Oriente e o Oci dente, o vermelho e o branco, a vida e a morte.
Espero ter a humildade de Shivaji e também sempre me curvar diante do sagrado feminino.
Terrível ou bondoso, que importa?

Texto de : Edmundo Pellizari
Dona Rosa caveira é a entidade chefe da falange das Rosas, ou seja, na realidade é
o nome de uma falange, onde muitos espíritos trabalham e adotam o nome da
mesma. Existem também os espíritos que trabalham na falange e não adotam o
"Caveira", por motivos de funções ou hierarquias, como Dona Rosa Negra ou Dona
Rosa da Noite.
Essa falange é especializada na captura, prisão e encaminhamento de
espíritos de magos negros e seus seguidores.
Trabalha em parceria com a falange dos Exús Caveiras.
Sua manifestação quando incorporada é de poder e seriedade.
Suas oferendas, devem ser feitas, somente a pedido da entidade e a entrega, no
cemitério ou nas encruzilhadas em forma de T que terminem (fechem) nos
cemitérios devem ser entregues por médiuns preparados e autorizados para tal.
Suas cores nas roupas dos médiuns costumam ser pretas e discretas, podendo
haver alguns detalhes em vermelho ou roxo. Também podem usar capa com
capuzes, no caso de médium de hierarquia ou se autorizado pelos dirigentes.
Raramente seus médiuns usam figurino extravagante, optando pela austeridade e
seriedade dos espíritos que trabalham como guardiãs dessa falange.

SALVE A DAMA DO CEMITÉRIO, COMO GOSTO DE CHAMÁ-LA!

Texto de : CLAUDIA BAIBICH.

Bom essa Lenda que será contada aqui, pertence à uma de suas vidas passadas, lembrado que nem sempre a Rosa Caveira que incorpora em Cicrano, é a mesma que incorpora Fulano. Então a historia poderá ser diferente da outra, mas sempre será a mesma Rosa Caveira. Larôye Pomba Gira.

Ela viveu aproximadamente á 2.300 anos antes de Cristo, na região da Mongólia, os seus pais eram agricultores e tinham muita terra. Ela era uma das 7 filhas do casal, sendo que seu nascimento, deu-se na primavera e a mãe dela tinha um jardim muito grande de rosas vermelhas e amarelas, que rodeava toda sua casa. E foi nesse jardim, onde ocorreu seu parto. Seus pais além de serem agricultores, também eram feiticeiros, mas só praticavam o bem para aqueles que os procuravam, e sua mãe tinha muita fé em um cruzeiro que existia atrás de sua casa no meio do jardim, onde seus parentes eram enterrados. No parto da Rosa Caveira, a mãe estava com problemas, e dificultava o nascimento da mesma e estava perdendo muito sangue, podendo até morrer no parto. Foi quando a avó da Rosa Caveira que já havia falecido há muito tempo, e estava sepultada naquele cemitério atrás de sua casa, vendo o sofrimento de sua filha, veio espiritualmente ajuda-la no parto, sendo que sua mãe com muita dificuldade e a ajuda de sua avó (falecida), conseguiu dar a luz a Rosa Caveira, e como prova de seu Amor a neta, sua avó, colocou em sua volta, várias Rosas Amarelas e pediu a sua filha que a batiza-se com o nome de ROSA CAVEIRA, pelo fato dela ter nascido em um jardim repleto de Rosas e encima de um Campo Santo (cemitério), e também por causa da aparência Astral de sua mãe (avó), que aparentava uma Caveira. E em agradecimento a ajuda da mesma, ela colocou uma Rosa Amarela em seu peito e segurando a mão de sua mãe, a batizou com o nome de ROSA CAVEIRA DO CRUZEIRO, conhecida com o nome popular de Rosa Caveira.
Ela cresceu com as irmãs, mas sempre foi tratada de modo diferente pela suas irmãs, sempre quando chegava a data de seu aniversario sua avó ia visitá-la (espiritualmente), e por causa destas visitas e carinho que seus pais tinham a ela, suas irmãs começaram a ficar com ciúmes e começaram a maltratar a Rosa, debochar dela, chamar ela de amaldiçoada pois havia nascido encima de um Campo Santo e seu parto feito por uma morta, de caveira dos infernos, etc. E a cada dia que se passava, Rosa ficava com mais raiva de suas irmãs. Então ela pediu para seus pais, que ensinasse a trabalhar com magia, mas não para fazer maldade, mas sim para sua própria defesa, e ajuda de pessoas que por ventura a fosse procurar. Sua avó vinha sempre lhe dizer que ela precisaria se cuidar, pois coisas muito graves estariam para acontecer. Seu pai muito atencioso a ensinou tudo o que ela poderia apreender, e também ensinou-a a manejar espadas, lanças, punhais, ou seja, armas em geral. Sua mãe lhe ensinou tudo o que poderia ser feito com ervas, porções, perfumes, e principalmente o que se poderia fazer em um Cruzeiro. Foi ai que suas irmãs ficaram com mais raiva ainda, pois ela estava sendo preparada para ser uma grande Feiticeira, e sendo ajudada por seus Pais e sua Avó, e zombava mais ainda dela, chamando-a de mulher misturada com homem e demônio, uma aberração da natureza, não por causa de sua aparência, pois ela era linda, mas sim por vir ao mundo nas mãos de uma Caveira (sua avó), e ter nascido encima de um cemitério.

Suas irmãs se casaram com agricultores da região, porém uma de suas irmãs (a mais velha), se aperfeiçoou em Magia Negra, e por vingança do carinho e a presteza que seus Pais davam a Rosa e não a elas, não porque seus pais gostavam mais dela, pois eles tinham amor igual a todas, mas Rosa demonstrava mais interesse do que as outras, ela fez um feitiço que matou seus pais. A Rosa com muita raiva, matou sua irmã e seu marido. As outras irmãs com medo dela, juraram lealdade a ela e nunca mais zombaram dela.
Aos 19 anos ela saiu ao mundo querendo descobrir algo novo em sua vida, foi quando ela conheceu um homem (Mago) que tinha 77 anos, e juntos com seus 4 irmãos, ele foi ensinando a ela varias magias e feitiços, tudo sobre a vingança, o ódio, a dor, pois esse homem era o Mago mais odiado e temido da redondeza pelos Senhores Feudais e Magos Negros. Vivia em um cemitério com seus 4 irmãos e discípulos. Ela aprendeu a ver o futuro e fazer várias Magias de um modo diferente, sempre usava um crânio tanto humano como de animal e em sua boca colocava uma rosa amarela, foi quando em uma de suas visões, viu suas irmãs planejarem sua morte. Ela por sua vez muito esperta, fez uma Magia, que matou todas suas irmãs. Após fazer isso ela voltou a companhia do mago, e com sua ajuda percorreu várias aldeias, causando guerras para fazer justiça e para livrar os povos dos Senhores Feudais, e também livrar esses povos de encantos de Magos Negros e Feiticeiros Malignos, e por causa disso ela era muito venerada, adorada e respeita por todos. Aos 99 anos, seu amado e seu mestre, morreu e ela assumiu seu lugar junto com o irmão mais velho do mago.

Aos 77 anos ela foi traída por um dos irmãos do mago falecido, o terceiro irmão, que a entregou a um mago que estava a sua procura, este Mago era um dos mais temidos e perversos e que sabia o ponto fraco dela. Com a ajuda desse irmão, esse Mago a matou, e degolou a Rosa e entregou sua cabeça em uma bandeja de ouro rodeada de rosas vermelhas, para os Espíritos dos Magos Negros. Após isso ela ficou aprisionada espiritualmente por esse mago até ser liberta pelo seu amado e mestre o mago falecido, que entregou a falange do Exu Caveira. O irmão do mago que a traiu, foi morto 3 anos depois pela própria Rosa, que deu sua alma de presente a seu Amado e Mestre, se tornando assim seu escravo.
Foi ai que ela começou a trabalhar na linha das almas e ficou conhecida como Rosa Caveira (Pomba-Gira Guerreira e Justiceira), pois em sua apresentação astral ela vem em forma de mulher ou caveira, ou meio a meio sempre com uma Rosa amarela em suas mãos e uma caveira aos seus pés, caveira esta que representa, todos seus inimigos que cruzam seu caminho.

Trabalha na linha das almas e faz parte da falange do Exu Caveira e Tava Caveira

Seu ponto de força, é no cruzeiro das almas, onde são entregues seus pedidos e oferendas.

Sua Flor preferida é Rosa Amarela

Sua guia é, preto e branco ou amarelo e preto.

Pertence a linha negativa dos pretos velhos.

Texto de autor desconhecido.


Pontos Cantados :

ROSA CAVEIRA ... ROSA CAVEIRA...
ELA É O EXU QUE NASCEU NA PORTEIRA !
NÃO SE PÕE SOBRE A MATA
NÃO SE PÕE SOBRE A MESA
ELA É O EXU QUE ACOMPANHA O CAVEIRA;.

Rosa amarela, rosa vermelha

Lá no cemitério onde mora Rosa Caveira



segunda-feira, 24 de maio de 2010

Oráculos-Cleromancia e Dadomancia

CLEROMANCIA O termo Cleromancia designa a prática adivinhatória realizada com ossos, pedras, pedaços de madeira e tem sua origem no grego kleros que significa "objeto lançado a sorte ou sorteado"."A sorte está lançada", diziam os egípcios, gregos e romanos quando consultavam os cleromantes, os quais utilizavam os dados para fazer a previsão.
Conta a lenda que os dados surgiram no Oriente através da civilização sumeriana. Sua verdadeira origem é desconhecida, sabendo-se apenas que outros povos também os utilizavam para adivinhar o futuro. Os homens das tribos ciganas costumavam carregar sempre seus dados nos bolsos para predizer o futuro e tomar decisões, usados em consultas livres,carregam um poder de resposta incomparavel e ajudam bastante na vida diária das pessoas.
MATERIAL:
*TRÊS DADOS
*UM POTINHO DE COBRE, *UM LENÇO ESTAMPADO OU COM UMA ESTRELA DE SEIS PONTAS NO CENTRO-QUE REPRESENTA O SIMBOLO DOS CURANDEIROS DO FOGO.
*UMA VELA AZUL PARA SANTA SARAH, * UMA TAÇA DE CRISTAL COM AGUA MINERAL
*INCENSO DE SÂNDALO, *UMA MAÇÃ VERDE.
FAÇA UMA PRECE A SANTA SARAH, APÓS A CONSAGRAÇÃO É SÓ LANÇAR OS DADOS E
PEDIR A SARAH QUE O ILUMINE NAS RESPOSTAS.
* LANCE OS DADOS FAÇA A SOMA DOS NUMEROS E CONSULTE A TABELA CIGANA.
03- ÊXITO
04- REALIZAÇÃO
05- INTUIÇÃO
06- INDECISÃO
07- CONQUISTA
08-EQUILIBRIO
09- PRUDÊNCIA
10- RIQUEZA
11- VITALIDADE
12-SACRIFICÍO
13- TRANSFORMAÇÃO
14- MUDANÇAS
15- MISTÉRIO
16-DESESTRUTURAÇÃO
17- ESPERANÇA
18-OCULTO.

Oráculos-Carta Pessoal

CONHEÇA SUA CARTA PESSOAL

Uma outra forma de consultar o Tarô é através da sua carta pessoal.
Obtem-se a carta pessoal da seguinte maneira :
Soma-se os algarismos da data presente ao dia, mês e ano de nascimento.
Se a soma desses números for superior a 22, continue a somar até que a soma final corresponda a uma das cartas do Tarô (01 a 22). A seguir procure na tabela dos Arcanos maiores o significado da carta, utilize sua intuição e desvende o mistério que a carta estará lhe revelando.

Obs: Para a carta anual, some apenas o ano presente à sua data de nascimento, para a carta mensal, some o mês e o ano presentes à sua data de nascimento, para a carta diária, some dia, mês e ano presentes à sua data de nascimento.
Observe o exemplo abaixo:

Ex: Maria nasceu em : 03/02/1968 e quer consultar sua carta pessoal:

Cálculo da Carta anual
0003
0002
1968
2002
--------
3975 = (3+9+7+5) =24 = (2+4) = 6 " Os enamorados "

Cálculo da Carta mensal ( mês = Dezembro )
0003
0002
1968
0012
2002
--------
3987 = (3+9+8+7)= 27 = (2+7) = 9 " O Eremita "

Cálculo da Carta diária ( Dia = 02 , mês = Dezembro )
0003
0002
1968
0002
0012
2002
--------
3989 = (3+9+8,9) = 29 = (2+9) = 11 " A Força "

Oráculos-Tarô

ORIGENS

O Tarô é o Pai dos nossos atuais jogos de cartas e a sua origem perde-se nas noites dos tempos. Conta uma lenda que : Antes do desaparecimento de Atlândida sob as águas, os sábios previram a tragédia e saíram em busca de outros povos para transmitir seus ensinamentos e passaram para os sacerdotes do Egito todo o conhecimento da civilização atlante, dentre os quais o Tarô.

Naquela época, a ciência e a religião se achavam confundidas num só estudo, e todos os sábios, engenheiros, médicos, arquitetos, oficiais superiores, escribas, etc. , chamavam-se "Iniciados". As instruções em todos os graus eram dadas nos templos, a instrução mais elevada era dada no "Grande Templo do Egito" , e a mais importante era a Astronomia que não era separada da Astrologia.

Visando manter em segredo os mistérios da "iniciação", os mestres ensinavam aos seus discípulos, por meio de pequenas lâminas de ouro que representavam os meses, as estações, os sígnos do Zodíaco, os planetas, o Sol, etc.. Dessas lâminas surgiram as "Cartas do Tarô",

O Tarô é um alfabeto simbólico, mágico, arquetípicos do ser humano, diagrama da vida terrestre, mensagem do inconsciente, uma ponte entre a alma e o espírito.

Tarô significa "Rota" ou, ainda, direção a ser tomada. O conjunto de 78 cartas que denominamos de arcanos (mistério, oculto, o que precisa ser desvelado) está dividido em dois grupos : 22 símbolos principais denominados arcanos maiores que designam a vontade humana, seus anseios, idéias, potencialidades, probabilidades, e 56 símbolos secundários denominados de arcanos menores que determinam a direção e os objetivos conceituados nos arcanos maiores.

Um se relaciona com a VIDA, o arquétipo das idéias, e o outro com a FORMA, o arquétipo da realização. Ambos os conjuntos relatam a experiência humana: a construção do futuro.

O tarô é um oráculo baseado na estrutura mental do ser humano, dos fatos naturais de acontecimentos da vida: tudo tem começo, meio e fim.

Os símbolos do tarô são transposições arquetípicas de nosso comportamento. Tudo em nossa existência pode ser encontrado nos arcanos do tarô, basta saber ler este maravilhoso alfabeto mágico.

Os 22 arcanos maiores, formam um conjunto de símbolos estruturados com atributos evolutivos e sintomáticos, caracterizando-se pela complexidade ornamental.
Os 56 arcanos menores, formam outro conjunto de símbolos estruturados com atributos sinalizadores e seccionados em quatro níveis, caracterizando-se pela simplicidade.

Os arcanos maiores se reportam à mente abstrata, ao mundo subjetivo, aos poderes da criação, diretos e árbitros, que a consciência manipula para seu universo; os arcanos menores se lançam à mente racional, ao mundo do objeto, aos poderes da concretização, independente da vontade e ação dos primeiros . Os arcanos maiores representam a energia de uma situação e os arcanos menores a forma dessa energia .

OS ARCANOS MAIORES

Os arcanos maiores são estruturados com 21 arcanos numerados e 01 arcano sem número que é considerado por uns como 0 (Zero) , e por outros como o 22 ( para facilitar o raciocíonio, prefiro mantê-lo no 22 ), totalizando 22 arcanos; todos contêm nome e simbologia extremamente diferentes.
Juntos, formam uma cadeia simbólica, individual e evolutiva, sempre com o arcano numericamente sucessor.

O arcano 01, O Mago (livre-arbítrio, início), evolui simbólica e sintomaticamente para o Arcano 02, A Sacerdotisa (reflexão, passividade). Por sua vez o Arcano 02, A Sacerdotisa, evolui para o Arcano 03, A Imperatriz (dedução, desenvolvimento), este para o Arcano 04, O Imperador (controle, autoridade), e assim, sucessivamente até o último arcano numerado - o arcano 21, O Mundo (conclusão, realização). Complementando o circuito evolucional surge o arcano Sem Número, O Louco (nada, vácuo), revelando-se um elo de ligação entre o arcano 21 e o arcano 01 para a formação de uma nova fase de ação e/ou desejo; este processo simboliza uma ponte entre o fim e o começo, o passado e o futuro, a continuidade da vida.

Todos os arcanos maiores se reportam ao eterno ciclo natural da existência: Começo-Meio-Fim... , Passado-Presente-Futuro, Nascimento-Vida-Morte ... e assim eternamente na vida humana e cósmica.

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Zambra Gitana :

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Apperley, Pintor : George Owen Wynne (1884-1960) - Zambra gitana - A Zambra, ou Flamenco árabe é, portanto, a fusão de movimentos de danças de povos nômades ancestrais.

Dança Flamenca!

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Apperley, Pintor : George Owen Wynne (1884-1960) - Danza Flamenca

Velas Ciganas Coloridas!

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A Cultura cigana e seu contraste de cores,de suprema riqueza!

Sereia da Praia;

Sereia da Praia;
Sereias o Povo Mítico dos Oceanos,damas dos Lagos,Senhoras do Mar

Mulher Índia - Quadro Pintado pelo Artista Italiano Milo Manara.

Mulher Índia - Quadro Pintado pelo Artista Italiano Milo Manara.
Índia Xamã - Feiticeira de sua Tribo - Sacerdotisa das forças da natureza - Luz em Meio a Floresta !

Iemanjá

Iemanjá

♥♥♥Indiana♥♥♥

♥♥♥Indiana♥♥♥
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Iansã - Divindade Africana

Iansã - Divindade Africana

Cigana Esmeralda ;

Cigana Esmeralda ;
Bailando com o Pandeiro;

Amor do Egito !

Amor do Egito !

Velas de Umbanda;

Velas de Umbanda;

Fênix

Fênix
Senhora das Profecias !

Velas Coloridas entre as Frutas;

Velas Coloridas entre as Frutas;
♥ ♠ ♣ ♦

Quiromancia !

Quiromancia !
A Arte de ler as Mãos!

Sereia.

Sereia.