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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Candomblé;Orixá Obaluaiê

Obaluaiê

O Grande mestre das Almas, traz nas mãos o xaxará. Chocalho de palha e búzios onde ele detém os segredos da morte e da vida.


É um vodun Gêge conhecido por Sapatá, sendo também cultuado por outras nações. Poderoso orixá, filho de Nanan Burukú (Anabioko) e Orixalá (Oulissassa). Esse orixá, senhor das doenças e da morte, é representado pelas três cores primitivas do universo (de onde todas se formaram), que são o vermelho, o preto e o branco. Isso quer dizer que ele detém os três tipos de sangue, ou axés, que existem na natureza. Assim como sua mãe, em sua indumentária há uma grande concentração de búzios, que é um símbolo de riqueza e poder, além de serem objetos sagrados dos oráculos divinatórios. Obaluaiê está ligado ao elemento terra, sendo detentor de seus segredos. Tem, também, ligação com as árvores e com os espíritos que as habitam. Ele é extremamente temido e respeitado, mas, ao mesmo tempo, é indispensável, com uma atuação muito grande dentro dos rituais do Candomblé. Todos o temem, por enviar as doenças, muitas vezes, como castigo ou como desígnios divinos para uma renovação da vida. Da mesma forma que ele traz as enfermidades (como lepra, peste, eczemas, varíola, malária, etc., que provocam alteração na temperatura corporal), traz também a cura para elas. Segundo as antigas lendas, Obaluaiê nasceu com o corpo todo coberto por chagas, que ficavam escondidas sob suas vestes de palha. Foi através da sua própria força interior que ele conseguiu curar-se e também desvendar os segredos das doenças que atingem os seres criados. Assim como Ossain, que usa as folhas para curar, Obaluaiê usa seu xaxará para limpar a Terra de todas as doenças e pragas. Esse orixá também tem um papel fundamental nos ebós realizados pelo Candomblé, que são rituais especificamente utilizados para afastar espíritos obsessores ou influências maléficas. Obaluaiê tem um grande poder sobre os eguns (espíritos desencarnados) e ancestrais, controlando-os com seu xaxará. Ele é um ser tão misterioso quanto a própria morte, com a qual tem uma íntima ligação.


Conhece todos os seus segredos, sendo muitas vezes confundido com Ikú, o senhor da morte. Omulu é quem faz a limpeza do corpo logo após a morte, permitindo, assim, que as pessoas falecidas se desprendam desse plano de existência. Na África, ele é venerado e temido por seus desígnios, sendo considerado uma figura repressora e perigosa, que pode trazer facilmente a morte, mas, por outro lado, é o grande redentor de todas as mazelas que atingem os seres humanos. Ele é cultuado e adorado com todo o respeito, evitando-se, inclusive, pronunciar seu nome sem um motivo real. As vestes desse vodun são muito especiais e de extrema importância para o seu culto. Suas sacerdotisas ou noviços vestem-se com palhas da costa, não deixando transparecer nenhum detalhe de seu corpo. São figuras misteriosas e austeras, que escondem os segredos da reciclagem da vida. Seu principal símbolo é o xaxará, feito com a palha extraída da folha da palmeira nova; o lagidigbá, feito com o fruto da palmeira ou de chifre de búfalo; e o brajá, cordão confeccionado inteiramente com búzios.

Esse cajado é muito importante para os feiticeiros dahomeanos. No mês de agosto, nas tradicionais casas de Candomblé do Brasil, são realizadas cerimônias em sua homenagem. Os desígnios de Obaluaiê nos faz refletir sobre o valor da vida humana e o quanto ela é frágil. Infelizmente, o ser humano só dá valor ao que tem quando está perdendo, como a saúde, por exemplo.Dia da semana: segunda-feira. Cores: preto, branco e vermelho. Domínios: terra, árvores, cemitérios, estradas abandonadas, universo das doenças.


CARACTERÍSTICAS DOS FILHOS DE OBALUAIÊ-OMOLÚ


São pessoas que ocultam sua individualidade sob uma máscara de austeridade.
Têm muita dificuldade em se relacionar, pois são muito fechados e de pouca conversa.Geralmente apaixonam-se por pessoas totalmente diferentes de si próprias, isto é, por figuras extrovertidas e sensuais. Gostam de ver o ser amado brilhar, embora o invejem. Os filhos de Obaluaiê são irônicos, secos e diretos. Não são pessoas de levar desaforos para casa e nem de falar pelas costas.Odeiam fofocas e vulgaridades do gênero.A solidão é muito peculiar a essas pessoas, devido à sua própria personalidade. Não se sentem satisfeitos quando a vida corre normalmente, precisam mostrar seu sofrimento, exagerando, muitas vezes, nesse tipo de comportamento. São pessoas firmes e decididas, que lutam para conseguir seus objetivos.Geralmente, não sentem medo da morte, pois, no fundo de seu ser, compreendem que ela é apenas uma renovação.Os descendentes desse orixá são muito independentes e têm a necessidade de crescer com suas próprias forças e recursos.Apresentam pouco brilho em seu rosto e um semblante sério, com raros momentos de descontração. Parece que eles carregam, sobre os ombros, todo o sofrimento do mundo. Adoram fazer caridade e aliviar o sofrimento das pessoas.Os filhos de Obaluaiê têm muita afinidade com profissões ligadas à área médica. Muitas dessas pessoas, devido à influência do seu orixá, que comanda os eguns, podem ter experiências sobrenaturais, como visões, sonhos, etc.Uma característica negativa, que pode aparecer nos filhos de Obaluaiê, é o masoquismo.


Nanã Buruku - Mãe de Obaluaiê/Omulu

Outra Versão para a História de Obaluaiê - Omulu


Por causa do feitiço usado por Nanã para engravidar, Omolu nasceu todo deformado. Desgostosa com o aspecto do filho, Nanã abandonou-o na beira da praia, para que o mar o levasse. Um grande caranguejo encontrou o bebê e atacou-o com as pinças, tirando pedaços da sua carne.


Quando Omolu estava todo ferido e quase morrendo, Iemanjá saiu do mar e o encontrou. Penalizada, acomodou-o numa gruta e passou a cuidar dele, fazendo curativos com folhas de bananeira e alimentando-o com pipoca sem sal nem gordura até o bebê se recuperar. Então Iemanjá criou-o como se fosse seu filho.

Omolu tinha o rosto muito deformado e a pele cheia de cicatrizes. Por isso, vivia sempre isolado, se escondendo de todos. Certo dia, houve uma festa de que todos os Orixás participavam, mas Ogum percebeu que o irmão não tinha vindo dançar. Quando lhe disseram que ele tinha vergonha de seu aspecto, Ogum foi ao mato, colheu palha e fez uma capa com que Omulú se cobriu da cabeça aos pés, tendo então coragem de se aproximar dos outros. Mas ainda não dançava, pois todos tinham nojo de tocá-lo. Apenas Iansã teve coragem; quando dançaram, a ventania levantou a palha e todos viram um rapaz bonito e sadio; e Oxum ficou morrendo de inveja da irmã, que Omolu recompensou dividindo com ela o poder de controlar eguns (espíritos dos mortos).
Quando Obaluaiê ficou rapaz, resolveu correr mundo para ganhar a vida. Partiu vestido com simplicidade e começou a procurar trabalho, mas nada conseguiu. Logo começou a passar fome, mas nem uma esmola lhe deram. Saindo da cidade, embrenhou-se na mata, onde se alimentava de ervas e caça, tendo por companhia um cão e as serpentes da terra. Ficou muito doente. Por fim, quando achava que ia morrer, Olorum curou as feridas que cobriam seu corpo. Agradecido, ele se dedicou à tarefa de viajar pelas aldeias para curar os enfermos e vencer as epidemias que castigaram todos que lhe negaram auxílio e abrigo.


Euá era uma exímia e bela caçadora. Sua beleza não só ofuscava os admiradores, como também cegava, devido ao veneno que ela lançava em quem ousasse lhe encarar ou lhe dar uma simples piscadela de olhos. Um dia ela encontrou Omolu e por ele se apaixonou perdidamente. Casaram-se, porém Omulu era extremamente ciumento e um dia, julgou estar sendo traído e prendeu Euá em um formigueiro, deixando-a entregue à própria sorte. As formigas fizeram um banquete com a carne da rainha da caça e da beleza, e quando Euá ameaçou dar o último suspiro, Omolu apareceu e a levou para casa. Euá ficou deformada pelas picadas das formigas e seu rosto ficou feio e disforme, tomado pelas cicatrizes. Omulu a cobriu de palha-da-costa, de coloração vermelha, para que ninguém visse sua feiúra nem o repreendesse pelo castigo dado à esposa por uma simples suspeita.

sábado, 14 de agosto de 2010

Umbanda;Baianos

Baianos


Baianos é uma linha de trabalhadores de Umbanda pertencentes à chamada Linha das Almas, a mesma dos Preto-Velhos / Pretas-Velhas. Suas giras são encontradas, sobretudo em São Paulo. A correspondência no Rio de Janeiro é com a linha dos Malandros, cujo maior representante é Zé Pelintra.

Sempre com seu coco (mistura de cachaça e mel colocada dentro de um coco), a linha baiana está sempre disposta a ajudar os filhos de fé com seus conselhos e sua proteção. Esta linha costuma trabalhar cruzada (na direita e na esquerda), não incorporando geralmente nos trabalhos de esquerda (exceto Zé Pelintra), mas tendo a sua permissão para atuar na Quimbanda no plano espiritual.

Os Baianos são a alegria da Umbanda, não há quem não goste desta gira e desta linha, pois são as entidades que mais se assemelham conosco encarnados, pois são espíritos que sofreram as amarguras da fome, e do calor do sertão.

Os espíritos desta linha são brincalhões, divertidos, mas perigosos, pois como eles mesmos dizem o veneno do baiano não mata, mas pode deixar sofrendo, pois são os cumpridores da lei de Exu

Nomes conhecidos desta linha: Lampião, Zé Corisco, Zé Faísca, Zé Bento, Zé da Ronda, Zé Ferino, Severino, Zé Baiano, Zé do Coco, Zé Coquinho, Maria Bonita, Maria da Conceição, Maria das Graças, Severina do Coco entre outros.


Outro Texto Sobre Baianos:

A Linha dos Baianos é formada por Espíritos alegres, brincalhões e descontraídos. Gostam muito de desmanchar demandas. São conselheiros e orientadores e gostam muito dos rituais em que trabalham, girando e dançando com passos próprios.

Agradecem às festas que lhe são oferecidas; bebem batidas de côco e comem comidas típicas da cozinha baiana. O Povo Baiano vem ao Terreiro para trazer seu Axé, sua Energia Positiva. A gira é sempre muito animada. São Entidades que tem muito a nos ensinar, sempre com uma resposta certeira e rápida para nossas questões. Com seus côcos, azeite de dendê, comidas e cantigas típicas da região, realizam trabalhos em prol da evolução espiritual de todos. Por terem vivido em épocas mais recentes, são Espíritos mais próximos de nós.


Durante muitos anos a linha dos baianos foi renegada e os trabalhos feitos com ela eram vistos com restrições. Dizia-se que por não ser uma linha diretamente ligada às principais, era inexistente, formada por espíritos zombeteiros e mistificadores. Aos poucos eles foram chegando e tomando conta do espaço que lhes foi dado pelo astral e que souberam aproveitar de forma exemplar. Hoje se tornaram trabalhadores incansáveis e respeitados, tanto que é cada vez maior o número de baianos que está assumindo coroas em várias casas. A alegria que essa gira nos traz é contagiante. Os conselhos dados aos consulentes e médiuns demonstram uma firmeza de caráter e uma força digna de quem soube aproveitar as lições recebidas. Atualmente já temos o conhecimento de que fazem parte de uma sublinha e nessa designação podem vir utilizando qualquer faixa de trabalho energético, ou seja, podem receber vibrações de qualquer das sete principais. Têm ainda um trânsito muito bom pelos caminhos de exu, podendo trabalhar na esquerda a qualquer momento em que se torne necessário. Cientes dessa valiosa capacidade, nós dirigentes, sempre contamos com eles para um desmanche de demanda ou mesmo sérios trabalhos em que a magia negra esteja envolvida. Com eles conseguimos resultados surpreendentes. Os que não admitem essa linha como vertente umbandista defendem sua posição criticando o nome que esses espíritos escolheram para seu trabalho. Já ouvi coisas do tipo “Daqui a pouco teremos linhas de cariocas, sergipanos, etc.” Esquecem eles que a Bahia foi escolhida por ser o celeiro dos orixás. Quando se fala nesse estado, nossos pensamentos são imediatamente remetidos para uma terra de espiritualidade e magia.

O povo baiano é sincrético e ecumênico ao extremo, nada mais natural que sejam escolhidos para essa homenagem de lei que é como se deve ver a questão. Vale ainda lembrar que nem todos os baianos que vêm a terra realmente o foram em suas vidas passadas, esses espíritos agruparam-se por afinidades fluídicas e dentre eles há múltiplas naturalidades. É evidente que no inicio a Umbanda era formada por legiões de caboclos, preto-velhos e crianças, mas a evolução natural acontecida nestes anos todos fez com que novas formas de trabalho e apresentação fossem criadas. Se a terra passa por constantes mutações porque esperar que o astral seja imutável? O que menos interessa em nosso momento religioso são essas picuinhas criadas por quem na verdade, não defende a Umbanda, quer apenas criar pontos polêmicos desmerecendo aqueles que praticam a religião como se deve, dentro dos terreiros, onde abraçamos a todos os amigos espirituais da forma como se apresentam.

Autor : Luiz Carlos Pereira


Pontos Cantados Para Baianos :

É lamp, é lamp, é lamp

É Lamp, é Lampião

O seu nome é Virgulino

Apelido é Lampião

Lampião tava dormindo

acordou todo assustado

deu um tiro na barata

Pensando que era soldado

===============================

Baiano é um povo bom

Povo trabalhador

Baiano é um povo bom

Povo trabalhador

Quem mexe com baiano

Mexe com Nosso Senhor

Quem mexe com baiano

Mexe com Nosso Senhor

==============================

Quem nunca viu, vem ver

Caldeirão sem fundo ferver

Quem nunca viu, vem ver

Caldeirão sem fundo, ferver

==============================

Bahia

ô África

Venha nos ajudar

Bahia

ô África

Venha nos ajudar

Povo baiano, povo africano

Povo baiano, vem cá vem cá

===============================

Baiana faz e não manda

Não tem medo de demanda

Baiana faz e não manda

Não tem medo de demanda

Baiana feiticeira

Filha de Nagô

Trabalha com pó de pemba

Pra ajudar Babalaô

Baiana sim

Baiana vem

Quebra a mandinga com dendê

Baiana sim

Baiana vem

Quebra a mandinga com dendê

================================

Quem tem baiano

Agora que eu quero ver

Firma seu ponto

Com azeite de dendê

Eu quero ver a baianada de Aruanda

Trabalhando na Umbanda

Pra quimbanda não vencer

Eu quero ver a baianada de Aruanda

Trabalhando na Umbanda

Pra quimbanda não vencer

================================

Um baiano um coco

Dois baiano dois coco

Três baiano três coco

Quatro baiano uma cocada

Cinco baiano uma baianada

Cinco baiano uma baianada

Fui fazer uma caçada

Essa foi pequenininha

Com um facão de sete palmos

Fora o cabo e a bainha

Uma cesta de ovo

e setecentas galinhas !!

E o tricô ?

De cima da linha

E o tricô ?

De cima da linha

=================================

Eu to chamando

To chamando, to chamando

To cansado de chamar

To chamando

To chamando

To cansado de chamar

Cadê meu irmão

Que não vem brincar mais eu ?

Cadê meu irmão

Que não vem brincar mais eu ?

===============================

Baiano bom

Baiano bom

Baiano bom é o que sabe trabalhar

Baiano bom

Baiano bom

Baiano bom é o que sabe trabalhar

Baiano bom

É o que sobe no coqueiro

Tira o coco, bebe a água

e deixa o coco no lugar

Baiano bom

É o que sobe no coqueiro

Tira o coco, bebe a água

e deixa o coco no lugar

==============================

Na Bahia tem

Já mandei buscar

Lampião de vidro

Ôi sá Dona

Para trabalhar... ôooo

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Origem do povo gitano-Cigana Carmencita












Carmencita é uma cigana espanhola, da Andaluzia. Usa roupas coloridas, sem preferência de cor.
Não dispensa os colares, os anéis e as pulseiras.
Suas argolas são sempre de ouro.
Adora tocar castanholas, principalmente quando dança ao redor da fogueira.
Ela não dispensa um pandeiro com fitas finas e coloridas.
Todas as pessoas que têm esta cigana em sua aura jogam cartas e patacas; têm também um cristal de malaquita, que Carmencita não dispensa para suas magias.
Suas oferendas são sempre feitas aos sábados, até as 10 horas da manhã e com o Sol iluminando o planeta Terra.
Nunca coloque oferendas para Carmencita em um dia nublado.




Carmencita é uma cigana espanhola, ela adora a cor rosa, mas como uma boa espanhola a cor vermelha lhe agrada os olhos.
Bebe champanhe, mas se tiver vinho tinto ela prefere, gosta de rosas e flores de cores fortes.
Trabalha muito para o amor, dinheiro, crianças, basicamente gosta de trabalhar com tudo que traga felicidade aos outros e nunca em absoluto trabalha para prejudicar quem quer que seja.






Cigana morena, espanhola, da Andaluzia, cigana bonita, encantada, iluminada, fada, faceira!
Ela é uma cigana de grande poder de amor e magia, ela da o verdadeiro encanto da noite e seu amor intenso.

Protege-me noite e dia, com perfume de jasmim, com suas cartas sagradas, com a energia das pedras trabalha.

Esta no sol, esta na lua é vento que refrigera minha alma.

Em sua caravana ninguém ela engana.
Que ama tocar castanholas brilha em volta da fogueira, dança e enfeitiça.

Com seu pandeiro de fitas coloridas e tiara de flores nos longos cabelos negros.

Com seu olhar penetrante, guarda os mistérios da vida, enche de emoção nosso coração.

Quando gira seus pés no chão, com sua saia rodada abre meus caminhos nesta longa caminhada.

O vento vai trazer uma cigana que as flores da campina vão vergar.
São uma, são duas, são três flores, de onde seu perfume vai tirar.

Quando cheguei à aldeia senti um aroma de rosas.

Havia uma cigana formosa, qual cigana eu encontrei: Levanta a saia oh cigana não deixe a saia arrastar, a saia custa dinheiro, dinheiro custa a ganhar.

A cigana Carmencita é uma jóia rara de se ver.

É muito mais que bela, é muito mais que amada, é mais que importante.

É a vida de muitas pessoas que a tem como uma verdadeira mãe.

A que ensina como lidar com os mais variados problemas, que acolhe seu filho nas horas de amarguras, e repreende quando necessário.

Essa mulher é sem duvida a melhor mãe que poderíamos ter ao nosso lado.

Cigana que ama tocar castanholas, principalmente quando dança ao redor da fogueira. Usa roupas coloridas, sem preferência de cor.

Não dispensa os colares, os anéis e as pulseiras.

Suas argolas são sempre de ouro.

Todas as pessoas que têm esta cigana em sua aura jogam cartas de símbolos próprios dos ciganos arcaicos que foram passados de gerações em gerações e patacas;

Esta cigana gosta de trabalhar com uma pedra de malachita na mão direita, que Carmencita não dispensa para suas magias.

Suas oferendas são sempre feitas aos sábados, até as 10 horas da manhã e com o Sol iluminando o planeta Terra.

Nunca coloque oferendas para Carmencita em um dia nublado.

Não era casada.

OBS: Carmencita, não era mesmo casada, pois apesar de muito jovem foi devolvida pelo marido por amar outro cigano.


Autora: Cláudia Marques



Chamava-se Carmencita
A cigana mais bonita
Do que um sonho, uma visão

Diziam que era a cigana,
Mais linda da caravana,
Mas não tinha coração(2x)

Os afagos, os carinhos
Perdeu- os pelos caminhos
Sem nunca os ter conhecido

Anda buscando a aventura
Como quem anda a procura
De um grão de areia perdido

Numa noite , de luar,
Ouviram o galopar
De dois cavalos fugindo

Carmencita, linda graça
Renegando a sua raça,
Foi atrás de um sonho lindo(2x)

Com esta canção magoada
Se envolve no pó da estrada
Quando passa a caravana

Carmencita, carmencita
Se não fosses tão bonita,
Serias sempre cigana (2x).


AUTORA :Amália Rodrigues



Porque a Cigana Carmencita toca castanholas?
Quando a cigana ou cigano toca as castanholas estão trabalhando os elementais da terra e também evocando os grandes ciganos tocadores deste instrumento.
Fazem com que a festa que estejam sejam abertos os portais para os guardiães protetores, tiram as negatividades e fazem com que o sentimento de alegria e amor sejam fluentes e invadam corpos e mentes das pessoas que estejam participando do bródio.






Vem ao entardecer...
Cigana errante, encantada
Roupa suave, tecido leve, Pink,
Ao vento, como num sonho!
Corpo esbelto,
Dança sensual...
Em seus cabelos negros, uma flor...
Em seus olhos verdes, o brilho do amor...
És linda, bem se vê!
Radiante como o Sol!
Seu brilho reflete a luz da magia, da esperança...
E de muita paz!
Observo em você sonhos desfeitos...
Lágrimas ao deserto...
Olhar perdido no firmamento, a espera de algo que nunca veio!
Agora, traz na alma a experiência..
No coração, a caridade...
Nas palavras, lições de vida
És um encanto,
Mágica,
Companheira,
Confidente
Conselheira!
♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥
Carmencita
Cigana morena
Cigana espanhola
Que ama tocar castanholas
Cigana Carmencita, minha cigana bonita
Minha cigana encantada
Cigana iluminada
Fada, faceira!
Carmencita brilha em volta da fogueira
Dança e enfeitiça
Com seu pandeiro de fitas coloridas
E tiara de flores nos longos cabelos negros
Com seu olhar penetrante
Guarda os mistérios da vida
Enche de emoção nosso coração
Quando gira seus pés no chão
Carmencita é bonita
Com sua saia rodada abre meus caminhos
Nesta longa caminhada
É minha luz, é minha guia
Bonita cigana da Andaluzia
Protege-me noite e dia
Com perfume de jasmim
Com suas cartas sagradas
Com a energia das pedras trabalha
Esta no sol, esta na lua
É vento que refrigera minha alma
Em sua caravana ninguém ela engana
Carmencita minha andaluza cigana!
Autor :(Artbraga)





Outro Texto sobre a Cigana Carmencita :

É um espírito extrovertido, alegre, brincalhão.
Fala alto, ri muito, é extremamente vaidosa.
Executa a magia utilizando-se de frutas, flores, verduras, ervas e água.
Gosta que tenha incenso de jasmim ou rosas, durante a gira.
Bebe tequila e fuma cigarro com filtro amarelo.
É muito procurada, pois raramente não obtém êxito com suas magias.




Magia para abrir caminho ··

Um repolho roxo.
Pegar uma faca bem afiada e cravar no meio e tirar o miolo, nesta cavidade colocar um punhado de lentilha.
Escrever tudo o que incomoda e colocar junto.
Pegar um pedaço do miolo e comer, o outro pedaço, fazer um tampa e colocar de volta no repolho.

Acender uma vela amarela ao lado do repolho.
Quando a vela apagar, levar o repolho para um local com bastante verde, pedindo aos espíritos da natureza para que abram os caminhos e afaste todos os incômodos.

Magia para atrair cliente em negócios comerciais

01 copo transparente, colocar dentro um punhado de lentilha, arroz, e grão de café.
Colocar ao redor do copo um colar colorido e colocar na loja ou escritório, de preferência no local onde será guardado o dinheiro ou contratos de negocio, longe de olhares indiscretos.
03 espadas de Ogum dentro de um vaso, colocar na porta de entrada.
Pegue um talco com perfume de flores e coloque um pouco ao redor do vaso e do copo.




Ela vinha caminhando pela beira da estrada
Cigana de muitos caminhos
Cigana de muitas moradas.

Ela veio de muito longe, com a Lua Cheia a iluminar
Os seus colares de pedras, suas pulseiras de ouro
E o baralho para jogar.

Cigana menina, de muitas moradas
É quem caminha sozinha
Pela beira da estrada.

Com a Lua, eterna companheira
Dança, dança cigana faceira!

No chão de terra, poeira a levantar
Por onde ela caminha
Fica o mistério no ar.
Autora:Copertina Amanda Vitória Ribeiro da Costa





Numa noite linda,

Eu vi uma cigana,

Com sua pulseira dourada,

E no seu peito um cordão,

Com seu pandeiro de fitas,

Ela leu minha mão (Carmencita)

Deu-me tanta alegria,

Eu jamais ei de esquecer deste dia,

Existem duas estradas para você,

Uma é de espinhos,

A outra é a escolher.
Oh cigana,
Oh cigana,
Sei que você não me engana
Oh cigana.




Magia para a Cigana Carmencita

§      Cigana Carmencita


Ingredientes:

15 espelhos pequenos
1 cesta de vime
Papel laminado vermelho
15 maçãs
15 rosas vermelhas
15 velas brancas
15 moedas atuais

Modo de Fazer:

Faça esta oferenda na Lua Cheia. Forre a cesta com o papel. Passe as maçãs no corpo pedindo abertura dos caminhos à cigana Carmencita, e coloque-as no centro da cesta. Depois pegue os espelhos, um a um, e mire-se neles, pedindo à cigana Carmencita que abra seus caminhos e coloque coisas boas neles. Arrume os espelhos em pé em volta das maçãs. Passe simbolicamente as rosas no corpo, tire os cabos e coloque as flores na frente dos espelhos. Passe as moedas no corpo e coloque-as uma a uma perto das rosas.


Leve todo material para uma rua de subida, arborizada. Ande um pouco, levando a cesta; depois a coloque ao pé de uma árvore bem frondosa. Acenda as velas juntas e ofereça à cigana Carmencita.








Quadros de Maria do Carmo






Outras imagens retiradas da internet.
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