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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Umbanda;Caboclo Pena Verde

É de uma Tribo Asteca, oriunda dos Estados Unidos que veio migrando até chegar na Amazônia, onde se instalou.

Sua aparência: usava calça de couro, tinha cabelos longos e grisalhos e seu penacho, longo, tinha as cores (verde, vermelha e branca) cada cor representada um irmão.

Relatou que para um índio se tornar pagé, tinha que participar de um ritual: caçar e trazer um javali para a tribo;

Quando Pene Verde foi participar deste ritual, tinha mais um adversário, o vencedor seria quem trouxesse a presa primeiro;

Os dois saíram para a missão no mesmo dia. O seu adversário voltou no dia seguinte com um javali abatido.

Pena Verde só retornou após 30 dias, o impressionante é que ele não precisou abater o javali, durante este período ficou observando o comportamento e foi se aproximando até domá-lo. Só então retornou para a tribo. Entrou triunfante, montado no animal!

Tinha dois guerreiros que considerava seus braços, o filho e o sobrinho.

Certo dia, a sua tribo foi invadida e começou uma guerra sangrenta, Pena Verde, sentiu uma profunda dor nas costas, havia sido alvejado por uma flecha, antes de morrer, pediu a Tupã para ver quem era o autor de tamanha atrocidade. Poucos minutos se passaram e ele pode ver seus guerreiros sendo massacrados, mulheres e crianças sofrendo as maiores barbaridades, então virou-se para trás e pode ver que o seu querido sobrinho a quem tinha tanta estima e confiança era o mentor do ataque.

Para que morresse em paz, Pena Verde perdoou seu sobrinho, tirou a flecha das costas e partiu!


Outra história do Caboclo Pena Verde :

Esse maravilhoso Caboclo que surgiu como um anjo em meu caminho e me trouxe muitas alegrias e vitórias, não só para mim como para várias pessoas.

Foi passado por ele em primeira encorporação há muitos anos ,nesta humilde pessoa que lhes fala. Quando eu era jovem, uma pequena parte de sua história.

Contou que vivia em uma aldeia tranquila, pois seu povo era de paz, porém com a chegada do homem branco as guerras entre tribos foram aumentando, ao invés de se unirem, possuia muitos filhos, entre eles bartira , hoje bartira da cachoeira, jacira, jureminha, e irmãos guerreiros, como Pena Preta entre outros, e então as lutas por domínios de poder foram inevitáveis, fazendo-o deixar sua aldeia e partir para a guerra.

Numa destas partidas ao voltar ferido na perna esquerda, deparou-se com quase toda sua aldeia destruída e muitos indios que fugiram ou foram capturados,mas o pior fora ver sua filha caçula morta ainda com uma lança nas mãos, pegou-a no colo e tentou comprender o que acontecia, mas no caminho, indo a uma cachoeira, havia um outro índio lhe espreitando, o qual deu-lhe uma flexada fatal, caindo ele com sua filha nos braços, e a cachoeira levando-os para uma piscina dágua embaixo de uma gruta de onde sumiram.

Isto foi contado pelo caboclo que em mim encorpora, Pena Verde da Mata. Não generalizo para todos, pois me foi passado pelas pessoas que o ouviram.

Com ou sem história, ele é um bravo guerreiro de Aruanda, amigo, justo, e protetor de seus filhos.

Okê Caboclo, salve Pena Verde!!!!

Pontos Cantados :

E o dia já findou,
E o sol no horizonte já se escondeu,
A lua la no ceu brilhou,
chegou o Indio, chegou o Indio,
Chegou o Indio Pena de arara,
ele é Indio da Pena Verde, ele è caboclo de cachoeira,
(deu o grito de guerra na ponta de um espinheiro,(Bis)
Já chegou o Pena Verde, que mora na beira do rio
É na maré, maré, é na maré, maré, é na maré azul do mar.
Ele é Indio, ele é Indio, caboclo da pena real.
Já chegou o Pena Verde que mora na beira do rio.

♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥

Gostou do Indio venha ver quem é,(bis)
ele é caboclo que só veste Pena
venham ver as forças que tem na jurema,`
É na Jurema, é na Jurema, é na Jurema venham ver quem é
Mas quem quiser que vá na sua aldeia para
Ver as foças que tem a Jurema…

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